
O Brasil recebeu mais de 8 milhões de visitantes internacionais nos primeiros dez meses de 2025, um marco que o país nunca havia alcançado tão cedo no ano, segundo comunicado da Embratur divulgado pelo Travel and Tour World. Esse número representa um aumento de mais de 40% em relação a 2024 e reflete a recuperação pós-pandemia mais forte entre as principais economias turísticas das Américas.
Esse fluxo se traduziu diretamente em ganhos para o desenvolvimento econômico. Entre janeiro e outubro, os turistas estrangeiros gastaram US$ 6,617 bilhões, um crescimento de 10,2% em relação ao ano anterior, equivalente a cerca de 8% do PIB nacional proveniente do turismo. A Embratur estima que mais de 114 mil empregos formais foram criados no setor apenas no primeiro semestre de 2025, com pequenas e médias empresas sendo as maiores beneficiadas pelos gastos dos visitantes.
Os fatores por trás desse boom incluem campanhas internacionais agressivas de marketing, novas rotas de longa distância lançadas pela LATAM, Azul e Emirates, além do retorno de megaeventos como a COP30 em Belém. O Rio de Janeiro — que registrou noites de shows recordes no Estádio do Maracanã — recebeu 1,2 milhão de estrangeiros no primeiro semestre, um salto de 52% em relação a 2024.
Para os planejadores de mobilidade global, esses números são importantes porque a demanda por turismo de lazer compete diretamente com viagens corporativas por quartos de hotel e assentos aéreos, especialmente no Rio, São Paulo e nos destinos de praia do Nordeste usados para retiros empresariais. As equipes de políticas de viagem já estão revisando janelas de compra antecipada e estratégias de datas bloqueadas para garantir tarifas preferenciais durante o Carnaval e o ciclo dos Jogos Pan-Americanos de 2026.
Olhando para o futuro, a Embratur projeta que o total de chegadas pode ultrapassar 9 milhões até o final do ano, um patamar que colocaria o Brasil entre os dez mercados de entrada com crescimento mais rápido do mundo em 2025. As diretrizes de turismo sustentável lançadas neste trimestre visam garantir que o crescimento não ultrapasse os limites de capacidade ambiental em áreas sensíveis como a Amazônia e o Pantanal.
Esse fluxo se traduziu diretamente em ganhos para o desenvolvimento econômico. Entre janeiro e outubro, os turistas estrangeiros gastaram US$ 6,617 bilhões, um crescimento de 10,2% em relação ao ano anterior, equivalente a cerca de 8% do PIB nacional proveniente do turismo. A Embratur estima que mais de 114 mil empregos formais foram criados no setor apenas no primeiro semestre de 2025, com pequenas e médias empresas sendo as maiores beneficiadas pelos gastos dos visitantes.
Os fatores por trás desse boom incluem campanhas internacionais agressivas de marketing, novas rotas de longa distância lançadas pela LATAM, Azul e Emirates, além do retorno de megaeventos como a COP30 em Belém. O Rio de Janeiro — que registrou noites de shows recordes no Estádio do Maracanã — recebeu 1,2 milhão de estrangeiros no primeiro semestre, um salto de 52% em relação a 2024.
Para os planejadores de mobilidade global, esses números são importantes porque a demanda por turismo de lazer compete diretamente com viagens corporativas por quartos de hotel e assentos aéreos, especialmente no Rio, São Paulo e nos destinos de praia do Nordeste usados para retiros empresariais. As equipes de políticas de viagem já estão revisando janelas de compra antecipada e estratégias de datas bloqueadas para garantir tarifas preferenciais durante o Carnaval e o ciclo dos Jogos Pan-Americanos de 2026.
Olhando para o futuro, a Embratur projeta que o total de chegadas pode ultrapassar 9 milhões até o final do ano, um patamar que colocaria o Brasil entre os dez mercados de entrada com crescimento mais rápido do mundo em 2025. As diretrizes de turismo sustentável lançadas neste trimestre visam garantir que o crescimento não ultrapasse os limites de capacidade ambiental em áreas sensíveis como a Amazônia e o Pantanal.
Fonte: Travel and Tour World