
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, em 28 de novembro, negou o pedido de Paulo Renato de Oliveira Figueiredo para emissão de passaporte temporário, que permitiria sua viagem para o casamento do filho em Miami. Figueiredo — pai do polêmico influenciador Paulo Figueiredo — teve seu passaporte apreendido em uma ação civil de cobrança em andamento no Rio de Janeiro.
A decisão reforça que restrições judiciais de viagem prevalecem sobre motivos pessoais, mesmo quando envolvem compromissos internacionais. O ministro Dino destacou que Figueiredo não apresentou garantias financeiras nem passagem de retorno, requisitos frequentemente exigidos pelo tribunal para autorizar viagens excepcionais.
Para profissionais de mobilidade internacional, o caso serve de alerta: tribunais brasileiros podem impedir a saída do país de devedores, inadimplentes fiscais ou réus criminais. Funcionários envolvidos em litígios correm o risco de ter viagens canceladas em cima da hora, comprometendo missões ou treinamentos no exterior. Empresas devem realizar checagens de compliance em colaboradores-chave e incluir cláusulas de autorização de saída em suas políticas de mobilidade global.
A Polícia Federal confirmou que não emitirá passaportes emergenciais sem autorização judicial expressa, fechando uma brecha usada para driblar decisões judiciais. Consultores de imigração recomendam que viajantes verifiquem bloqueios judiciais pendentes pelo menos duas semanas antes da data prevista para evitar custos com remarcações.
A decisão reforça que restrições judiciais de viagem prevalecem sobre motivos pessoais, mesmo quando envolvem compromissos internacionais. O ministro Dino destacou que Figueiredo não apresentou garantias financeiras nem passagem de retorno, requisitos frequentemente exigidos pelo tribunal para autorizar viagens excepcionais.
Para profissionais de mobilidade internacional, o caso serve de alerta: tribunais brasileiros podem impedir a saída do país de devedores, inadimplentes fiscais ou réus criminais. Funcionários envolvidos em litígios correm o risco de ter viagens canceladas em cima da hora, comprometendo missões ou treinamentos no exterior. Empresas devem realizar checagens de compliance em colaboradores-chave e incluir cláusulas de autorização de saída em suas políticas de mobilidade global.
A Polícia Federal confirmou que não emitirá passaportes emergenciais sem autorização judicial expressa, fechando uma brecha usada para driblar decisões judiciais. Consultores de imigração recomendam que viajantes verifiquem bloqueios judiciais pendentes pelo menos duas semanas antes da data prevista para evitar custos com remarcações.
Fonte: Estado de Minas
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