
Dados de reservas divulgados em 11 de dezembro mostram que a Coreia do Sul ultrapassou o Japão como principal destino internacional em vários dos principais aplicativos de viagem chineses, após o alerta de viagem emitido por Pequim no meio de novembro. As buscas por Jeju e Seul aumentaram 30% em relação à semana anterior, enquanto o interesse por Singapura, Tailândia e Vietnã também disparou.
As companhias aéreas estão se adaptando: a Asiana anunciou que operará 165 voos semanais para a China até março, um aumento de 20%, e a Thai AirAsia está ampliando a capacidade de voos charter para a demanda do Ano Novo Chinês. A Malásia espera atrair 30 mil visitantes chineses a mais neste mês, impulsionada pela recente isenção de visto.
Para os governos dos destinos, essa mudança representa uma oportunidade; a Coreia do Sul está revisando pilotos de e-visto para grupos turísticos chineses, enquanto o Conselho de Turismo de Singapura intensifica o marketing em mandarim. Rússia e Turquia, por sua vez, surgem como alternativas de nicho para esportes de inverno.
Equipes de mobilidade corporativa devem considerar que reuniões em Seul ou Bangkok podem ser mais fáceis do que em Tóquio no próximo trimestre. Os viajantes ainda precisam acompanhar as mudanças nos requisitos de visto – o K-ETA da Coreia do Sul, por exemplo, permanece suspenso para cidadãos chineses até março de 2026, mas os vistos para grupos turísticos estão sendo agilizados.
A longo prazo, pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Turismo de Saída da China acreditam que essa redireção pode reconfigurar os fluxos regionais caso o sentimento favorável ao Japão não se recupere antes do início do ciclo dos Jogos Olímpicos de verão.
As companhias aéreas estão se adaptando: a Asiana anunciou que operará 165 voos semanais para a China até março, um aumento de 20%, e a Thai AirAsia está ampliando a capacidade de voos charter para a demanda do Ano Novo Chinês. A Malásia espera atrair 30 mil visitantes chineses a mais neste mês, impulsionada pela recente isenção de visto.
Para os governos dos destinos, essa mudança representa uma oportunidade; a Coreia do Sul está revisando pilotos de e-visto para grupos turísticos chineses, enquanto o Conselho de Turismo de Singapura intensifica o marketing em mandarim. Rússia e Turquia, por sua vez, surgem como alternativas de nicho para esportes de inverno.
Equipes de mobilidade corporativa devem considerar que reuniões em Seul ou Bangkok podem ser mais fáceis do que em Tóquio no próximo trimestre. Os viajantes ainda precisam acompanhar as mudanças nos requisitos de visto – o K-ETA da Coreia do Sul, por exemplo, permanece suspenso para cidadãos chineses até março de 2026, mas os vistos para grupos turísticos estão sendo agilizados.
A longo prazo, pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Turismo de Saída da China acreditam que essa redireção pode reconfigurar os fluxos regionais caso o sentimento favorável ao Japão não se recupere antes do início do ciclo dos Jogos Olímpicos de verão.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News