
A decisão da China de ampliar acordos de isenção de visto, combinando-os com compras com reembolso, pagamentos via QR code e portões de reconhecimento facial, começa a trazer resultados concretos. Durante o feriado de Ano Novo de três dias (1 a 3 de janeiro), 292 mil visitantes estrangeiros entraram no continente sem visto — um aumento de 35,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Administração Nacional de Imigração (NIA) citados pelo China City News.
As autoridades atribuem esse crescimento a um “ecossistema de conveniência para visitantes”: 65 aeroportos e portos marítimos já processam isenções de trânsito de 240 horas; 7 mil estabelecimentos comerciais realizam reembolsos de impostos em menos de dois minutos; e a integração com Alipay+ permite que carteiras digitais estrangeiras acessem os portões do metrô em cidades como Chengdu, que já registrou 910 mil viagens por usuários internacionais. A NIA informa que 76 países têm acesso total ou parcial sem visto, com Brasil, Argentina, Rússia e Suécia entre as adições mais recentes.
Para companhias aéreas e redes hoteleiras, o aumento vai além de um dado de vaidade. A maior ocupação durante um fim de semana de pico melhora a rentabilidade das rotas justamente quando as empresas finalizam suas programações para o verão de 2026. Já as Organizações de Marketing de Destinos veem a confirmação de que investimentos em infraestrutura — balcões de reembolso rápido, sinalização multilíngue, concierge itinerante — transformam mudanças políticas em aumento de gastos.
Gestores de mobilidade e realocação devem observar as vantagens operacionais: expatriados em viagens curtas de reconhecimento podem entrar com isenção e ativar imediatamente as ferramentas de pagamento eletrônico, eliminando a antiga exigência de registro para códigos QR turísticos separados. Empresas que integrarem a API em tempo real da NIA aos sistemas de reserva de viagens poderão, em breve, pré-validar a elegibilidade do funcionário para entrada sem visto no momento da compra, reduzindo prazos para missões urgentes.
O desafio será manter a consistência. Alguns aeroportos de segundo escalão ainda operam com balcões manuais, e pequenos varejistas permanecem fora da rede digital de reembolso de impostos. As equipes de RH são aconselhadas a orientar os viajantes sobre os procedimentos específicos de cada ponto de entrada e manter orçamentos de contingência para vistos emitidos na chegada, caso a isenção não possa ser processada a tempo.
As autoridades atribuem esse crescimento a um “ecossistema de conveniência para visitantes”: 65 aeroportos e portos marítimos já processam isenções de trânsito de 240 horas; 7 mil estabelecimentos comerciais realizam reembolsos de impostos em menos de dois minutos; e a integração com Alipay+ permite que carteiras digitais estrangeiras acessem os portões do metrô em cidades como Chengdu, que já registrou 910 mil viagens por usuários internacionais. A NIA informa que 76 países têm acesso total ou parcial sem visto, com Brasil, Argentina, Rússia e Suécia entre as adições mais recentes.
Para companhias aéreas e redes hoteleiras, o aumento vai além de um dado de vaidade. A maior ocupação durante um fim de semana de pico melhora a rentabilidade das rotas justamente quando as empresas finalizam suas programações para o verão de 2026. Já as Organizações de Marketing de Destinos veem a confirmação de que investimentos em infraestrutura — balcões de reembolso rápido, sinalização multilíngue, concierge itinerante — transformam mudanças políticas em aumento de gastos.
Gestores de mobilidade e realocação devem observar as vantagens operacionais: expatriados em viagens curtas de reconhecimento podem entrar com isenção e ativar imediatamente as ferramentas de pagamento eletrônico, eliminando a antiga exigência de registro para códigos QR turísticos separados. Empresas que integrarem a API em tempo real da NIA aos sistemas de reserva de viagens poderão, em breve, pré-validar a elegibilidade do funcionário para entrada sem visto no momento da compra, reduzindo prazos para missões urgentes.
O desafio será manter a consistência. Alguns aeroportos de segundo escalão ainda operam com balcões manuais, e pequenos varejistas permanecem fora da rede digital de reembolso de impostos. As equipes de RH são aconselhadas a orientar os viajantes sobre os procedimentos específicos de cada ponto de entrada e manter orçamentos de contingência para vistos emitidos na chegada, caso a isenção não possa ser processada a tempo.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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