
Novos dados divulgados pelo Departamento de Justiça mostram que o Estado irlandês gastou €1,2 bilhão em alojamento e apoios relacionados para requerentes de proteção internacional em 2025 — um aumento de 19% em relação a 2024, mesmo com a queda de 29% nas novas solicitações de asilo. As informações, fornecidas em respostas parlamentares aos deputados Ken O’Flynn e John Connolly, revelam um gasto médio diário de €3,29 milhões, cobrindo alojamento, transporte, utilidades e serviços de apoio em 312 centros geridos pelo Serviço de Alojamento para Proteção Internacional (IPAS).
No final do ano, a Irlanda abrigava 33.241 requerentes de asilo, incluindo mais de 9.700 crianças. Somália, Nigéria, Paquistão e Afeganistão continuaram sendo os principais países de origem. O ministro da Justiça, Jim O’Callaghan, defendeu os gastos, destacando que as leis da UE e da Irlanda obrigam o Estado a garantir condições de acolhimento, mas reconheceu que os custos são “insustentáveis” sem uma aceleração no processamento dos pedidos. Atualmente, o tempo médio para uma decisão inicial sobre proteção é de 18 meses.
Grupos empresariais manifestam preocupação de que o aumento dos custos com alojamento possa comprometer os recursos destinados ao processamento de permissões de trabalho e aos apoios à integração, essenciais para suprir lacunas de habilidades no mercado. A entidade empresarial Ibec reforçou o pedido pela criação de uma Agência de Mobilidade Internacional dedicada, que agilize o processamento e alivie a pressão sobre as instalações do IPAS, acelerando o acesso ao mercado de trabalho para os requerentes elegíveis.
A escalada dos custos deve intensificar o debate político, enquanto o Gabinete se prepara para analisar o aguardado Projeto de Lei de Proteção Internacional ainda este mês. As medidas propostas incluem metas rigorosas de decisão em seis meses e ampliação dos pagamentos para retorno voluntário — políticas que visam reduzir os gastos com alojamento ao encurtar o tempo de permanência. No entanto, defensores dos refugiados alertam que procedimentos acelerados podem comprometer a justiça e aumentar o número de recursos, prolongando, em vez de reduzir, os custos totais.
Para gestores de mobilidade global, a mensagem é clara: a Irlanda mantém seu compromisso com as obrigações humanitárias, mas caminha para processos mais rigorosos e rápidos. Empresas que patrocinam transferências de talentos devem se preparar para uma fiscalização mais rigorosa das condições de alojamento e podem enfrentar encargos indiretos caso os custos continuem a subir.
No final do ano, a Irlanda abrigava 33.241 requerentes de asilo, incluindo mais de 9.700 crianças. Somália, Nigéria, Paquistão e Afeganistão continuaram sendo os principais países de origem. O ministro da Justiça, Jim O’Callaghan, defendeu os gastos, destacando que as leis da UE e da Irlanda obrigam o Estado a garantir condições de acolhimento, mas reconheceu que os custos são “insustentáveis” sem uma aceleração no processamento dos pedidos. Atualmente, o tempo médio para uma decisão inicial sobre proteção é de 18 meses.
Grupos empresariais manifestam preocupação de que o aumento dos custos com alojamento possa comprometer os recursos destinados ao processamento de permissões de trabalho e aos apoios à integração, essenciais para suprir lacunas de habilidades no mercado. A entidade empresarial Ibec reforçou o pedido pela criação de uma Agência de Mobilidade Internacional dedicada, que agilize o processamento e alivie a pressão sobre as instalações do IPAS, acelerando o acesso ao mercado de trabalho para os requerentes elegíveis.
A escalada dos custos deve intensificar o debate político, enquanto o Gabinete se prepara para analisar o aguardado Projeto de Lei de Proteção Internacional ainda este mês. As medidas propostas incluem metas rigorosas de decisão em seis meses e ampliação dos pagamentos para retorno voluntário — políticas que visam reduzir os gastos com alojamento ao encurtar o tempo de permanência. No entanto, defensores dos refugiados alertam que procedimentos acelerados podem comprometer a justiça e aumentar o número de recursos, prolongando, em vez de reduzir, os custos totais.
Para gestores de mobilidade global, a mensagem é clara: a Irlanda mantém seu compromisso com as obrigações humanitárias, mas caminha para processos mais rigorosos e rápidos. Empresas que patrocinam transferências de talentos devem se preparar para uma fiscalização mais rigorosa das condições de alojamento e podem enfrentar encargos indiretos caso os custos continuem a subir.
Fonte: Echo Live
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