
A Armênia incluiu discretamente a Índia na lista de 113 nacionalidades que podem viajar para a república do Cáucaso sem visto, por um período limitado de seis meses em 2026.
De acordo com uma ordem publicada pelo Ministério das Relações Exteriores da Armênia, portadores de passaporte indiano que também possuam uma permissão de residência válida nos Estados Unidos, em qualquer país da UE ou do espaço Schengen, nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Arábia Saudita, Kuwait ou Omã, poderão entrar na Armênia entre 1º de janeiro e 1º de julho de 2026, permanecendo por até 180 dias em um período de doze meses. Os viajantes devem apresentar o cartão de residência (ou o adesivo no passaporte) na chegada; a permissão deve ter pelo menos seis meses de validade restante.
A medida faz parte da estratégia de Yerevan para diversificar o turismo, aumentar a ocupação hoteleira no período entre o fim da temporada de esqui e o início do verão, e atrair investimentos do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC). Operadoras de turismo indianas já começaram a divulgar pacotes curtos de “descoberta do Cáucaso” que combinam Yerevan com a vizinha Geórgia, destacando a nova isenção como uma economia que elimina a necessidade de agendar atendimento em embaixadas e pagar a taxa de 80 dólares.
Para empresas indianas, a mudança também é relevante: a Armênia se posiciona como um polo regional de terceirização de TI e fintech, com acesso preferencial aos mercados russo e europeu. Viajantes a negócios que possuam visto de trabalho dos Emirados Árabes Unidos ou Green Card americano podem agora voar com pouca antecedência para explorar oportunidades de parceria, sem precisar obter um e-visto armênio previamente.
Indianos que não possuam permissões de residência válidas em terceiros países ainda precisam solicitar o e-visto com antecedência. O ministério alertou que a isenção é estritamente limitada no tempo; permanências superiores a 180 dias ou entradas após 1º de julho estarão sujeitas a multas e proibição de entrada futura. Empresas indianas que enviem funcionários para missões de longo prazo devem considerar a via do visto de trabalho armênio, com múltiplas entradas e validade de um ano.
De acordo com uma ordem publicada pelo Ministério das Relações Exteriores da Armênia, portadores de passaporte indiano que também possuam uma permissão de residência válida nos Estados Unidos, em qualquer país da UE ou do espaço Schengen, nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Arábia Saudita, Kuwait ou Omã, poderão entrar na Armênia entre 1º de janeiro e 1º de julho de 2026, permanecendo por até 180 dias em um período de doze meses. Os viajantes devem apresentar o cartão de residência (ou o adesivo no passaporte) na chegada; a permissão deve ter pelo menos seis meses de validade restante.
A medida faz parte da estratégia de Yerevan para diversificar o turismo, aumentar a ocupação hoteleira no período entre o fim da temporada de esqui e o início do verão, e atrair investimentos do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC). Operadoras de turismo indianas já começaram a divulgar pacotes curtos de “descoberta do Cáucaso” que combinam Yerevan com a vizinha Geórgia, destacando a nova isenção como uma economia que elimina a necessidade de agendar atendimento em embaixadas e pagar a taxa de 80 dólares.
Para empresas indianas, a mudança também é relevante: a Armênia se posiciona como um polo regional de terceirização de TI e fintech, com acesso preferencial aos mercados russo e europeu. Viajantes a negócios que possuam visto de trabalho dos Emirados Árabes Unidos ou Green Card americano podem agora voar com pouca antecedência para explorar oportunidades de parceria, sem precisar obter um e-visto armênio previamente.
Indianos que não possuam permissões de residência válidas em terceiros países ainda precisam solicitar o e-visto com antecedência. O ministério alertou que a isenção é estritamente limitada no tempo; permanências superiores a 180 dias ou entradas após 1º de julho estarão sujeitas a multas e proibição de entrada futura. Empresas indianas que enviem funcionários para missões de longo prazo devem considerar a via do visto de trabalho armênio, com múltiplas entradas e validade de um ano.
Fonte: The Economic Times
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