
Viajantes brasileiros acordaram em 11 de março de 2026 com a notícia de que todos os agendamentos rotineiros para emissão de passaportes foram suspensos, após delegados da Polícia Federal iniciarem uma campanha de trabalho conforme o regulamento, em protesto contra o financiamento do Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado (FUNCOC). A polícia, responsável pela emissão dos passaportes, afirma que os bens apreendidos de criminosos deveriam financiar serviços essenciais, como a produção de documentos, e suspendeu o processamento de pedidos não urgentes até que o governo libere os recursos. Apenas solicitações emergenciais, comprovadas por provas de viagem iminente, necessidade médica ou serviço oficial, estão sendo aceitas.
Para milhares de brasileiros que planejavam as férias de Páscoa, intercâmbios estudantis ou viagens corporativas, essa paralisação repentina pode significar a necessidade de remarcar ou cancelar seus roteiros. Agências de viagem relatam um aumento nas ligações de passageiros com passaportes vencendo em até seis meses — prazo mínimo exigido por muitos consulados estrangeiros para emissão de vistos — buscando agendamentos de última hora, que já não estão disponíveis.
A interrupção também impacta programas globais de mobilidade. Equipes de RH e de realocação, que dependem de prazos previsíveis para protocolar pedidos de visto para Estados Unidos, países do Espaço Schengen e destinos da Ásia-Pacífico, agora precisam incluir margens de segurança significativas. Algumas empresas orientam seus funcionários com passaportes próximos do vencimento a tentarem a renovação em consulados brasileiros no exterior, quando possível, embora a capacidade em postos de alta demanda, como Miami e Lisboa, seja limitada.
Companhias aéreas e consultores de risco corporativo recomendam que os viajantes: 1) verifiquem imediatamente a data de validade do passaporte; 2) optem por passagens totalmente reembolsáveis; 3) reúnam documentos que comprovem a urgência (voos confirmados, atestados médicos, convocações) antes de solicitar um documento emergencial; e 4) acompanhem diariamente o portal da Polícia Federal para atualizações.
Embora a campanha de trabalho conforme o regulamento não tenha prazo para terminar, mediadores do governo indicam que negociações podem liberar um financiamento provisório em poucas semanas — porém, nenhum cronograma formal foi divulgado. Por enquanto, a paralisação na emissão de passaportes no Brasil serve como um alerta claro de que gargalos nessa etapa podem comprometer até as estratégias de mobilidade mais bem planejadas.
Para milhares de brasileiros que planejavam as férias de Páscoa, intercâmbios estudantis ou viagens corporativas, essa paralisação repentina pode significar a necessidade de remarcar ou cancelar seus roteiros. Agências de viagem relatam um aumento nas ligações de passageiros com passaportes vencendo em até seis meses — prazo mínimo exigido por muitos consulados estrangeiros para emissão de vistos — buscando agendamentos de última hora, que já não estão disponíveis.
A interrupção também impacta programas globais de mobilidade. Equipes de RH e de realocação, que dependem de prazos previsíveis para protocolar pedidos de visto para Estados Unidos, países do Espaço Schengen e destinos da Ásia-Pacífico, agora precisam incluir margens de segurança significativas. Algumas empresas orientam seus funcionários com passaportes próximos do vencimento a tentarem a renovação em consulados brasileiros no exterior, quando possível, embora a capacidade em postos de alta demanda, como Miami e Lisboa, seja limitada.
Companhias aéreas e consultores de risco corporativo recomendam que os viajantes: 1) verifiquem imediatamente a data de validade do passaporte; 2) optem por passagens totalmente reembolsáveis; 3) reúnam documentos que comprovem a urgência (voos confirmados, atestados médicos, convocações) antes de solicitar um documento emergencial; e 4) acompanhem diariamente o portal da Polícia Federal para atualizações.
Embora a campanha de trabalho conforme o regulamento não tenha prazo para terminar, mediadores do governo indicam que negociações podem liberar um financiamento provisório em poucas semanas — porém, nenhum cronograma formal foi divulgado. Por enquanto, a paralisação na emissão de passaportes no Brasil serve como um alerta claro de que gargalos nessa etapa podem comprometer até as estratégias de mobilidade mais bem planejadas.
Fonte: Travel and Tour World
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