
Em entrevista à Commercial Radio em 4 de abril, a Secretária de Cultura, Esportes e Turismo, Rosanna Law, projetou que o número de visitantes a Hong Kong pode chegar a 53,8 milhões este ano — um aumento de 8% em relação a 2025 — caso o ritmo atual se mantenha. A cidade recebeu 14,31 milhões de visitantes no primeiro trimestre, um crescimento de 17% em relação ao ano anterior, com visitantes de fora da China continental representando 27% do total.
Law destacou que o calendário diversificado de eventos de Hong Kong — desde o 50º aniversário do Hong Kong Sevens neste mês até a Art Basel e a ComplexCon — está atraindo turistas de alto poder aquisitivo da Europa, dos EUA e do Oriente Médio, compensando as preocupações com a geopolítica e o aumento das taxas de combustível. A ocupação hoteleira para a próxima “Semana Dourada” do Dia do Trabalho já está prevista entre 70% e 80%, com o segmento de luxo acima de 90%.
Para incentivar estadias mais longas, as autoridades planejam intensificar o marketing em cidades de segundo nível na China continental e promover opções de turismo sustentável, como trilhas em ilhas e restaurantes Michelin. Uma força-tarefa revisará semanalmente a capacidade do transporte transfronteiriço, com o objetivo de facilitar o fluxo no terminal do trem de alta velocidade e no Aeroporto Internacional de Hong Kong.
Para as empresas, a recuperação significa menor disponibilidade hoteleira durante eventos principais e maior necessidade de reservas antecipadas. Gestores de mobilidade também são aconselhados a monitorar a volatilidade das tarifas, já que as companhias aéreas enfrentam custos maiores de combustível, mas aumentam a capacidade para a Região Administrativa Especial.
A previsão otimista reforça a estratégia de Hong Kong de aproveitar um ambiente seguro e aberto para se posicionar como o principal centro regional de eventos e trânsito, complementando o esforço mais amplo da China continental para atrair gastos de visitantes.
Law destacou que o calendário diversificado de eventos de Hong Kong — desde o 50º aniversário do Hong Kong Sevens neste mês até a Art Basel e a ComplexCon — está atraindo turistas de alto poder aquisitivo da Europa, dos EUA e do Oriente Médio, compensando as preocupações com a geopolítica e o aumento das taxas de combustível. A ocupação hoteleira para a próxima “Semana Dourada” do Dia do Trabalho já está prevista entre 70% e 80%, com o segmento de luxo acima de 90%.
Para incentivar estadias mais longas, as autoridades planejam intensificar o marketing em cidades de segundo nível na China continental e promover opções de turismo sustentável, como trilhas em ilhas e restaurantes Michelin. Uma força-tarefa revisará semanalmente a capacidade do transporte transfronteiriço, com o objetivo de facilitar o fluxo no terminal do trem de alta velocidade e no Aeroporto Internacional de Hong Kong.
Para as empresas, a recuperação significa menor disponibilidade hoteleira durante eventos principais e maior necessidade de reservas antecipadas. Gestores de mobilidade também são aconselhados a monitorar a volatilidade das tarifas, já que as companhias aéreas enfrentam custos maiores de combustível, mas aumentam a capacidade para a Região Administrativa Especial.
A previsão otimista reforça a estratégia de Hong Kong de aproveitar um ambiente seguro e aberto para se posicionar como o principal centro regional de eventos e trânsito, complementando o esforço mais amplo da China continental para atrair gastos de visitantes.
Fonte: DotDotNews