
A consultoria especializada em residência por investimento, EU-Passports, publicou um estudo aprofundado para 2026 sobre o Visto de Investidor na Itália, destacando que o programa, com seu baixo valor mínimo de entrada (€250.000 em uma start-up inovadora) e a ausência de exigência de permanência mínima, é a opção mais flexível da Europa para indivíduos de alto patrimônio líquido com mobilidade global. O guia, lançado em 7 de maio, compara a oferta italiana com as regras mais rígidas em Portugal e Espanha, ressaltando uma vantagem estrutural: os candidatos obtêm um Nulla Osta (pré-aprovação) antes de investir o capital, eliminando o risco de custos irrecuperáveis caso o pedido seja rejeitado. São analisadas quatro modalidades qualificatórias — start-ups inovadoras, participação acionária em empresa italiana, doação filantrópica de €1 milhão e compra de títulos públicos de €2 milhões.
Para empregadores multinacionais, o relatório lembra que o visto de investidor italiano pode garantir a mobilidade na UE para executivos seniores que não se enquadram nos vistos de transferência intraempresa por serem acionistas e não empregados. Após a emissão da autorização inicial de residência de dois anos, os titulares podem trabalhar ou estudar na Itália sem autorizações adicionais e renovar por três anos, abrindo caminho para residência de longo prazo na UE e, eventualmente, cidadania após dez anos.
O guia também aponta desafios práticos: o comitê de vistos se reúne apenas trimestralmente; a comprovação de fundos deve ser feita em banco da UE; e o planejamento tributário é fundamental, pois, ao contrário do regime anterior de Portugal, a Itália não oferece tributação fixa automática — o candidato deve solicitar separadamente o regime "res non dom". A EU-Passports prevê um aumento na demanda em 2026, à medida que investidores busquem diversificação além dos programas ligados a imóveis. Consultores de mobilidade podem combinar o visto de investidor com a recente permissão para nômades digitais da Itália, criando soluções híbridas para fundadores de start-ups que transferem equipes para Milão ou Turim.
Para empregadores multinacionais, o relatório lembra que o visto de investidor italiano pode garantir a mobilidade na UE para executivos seniores que não se enquadram nos vistos de transferência intraempresa por serem acionistas e não empregados. Após a emissão da autorização inicial de residência de dois anos, os titulares podem trabalhar ou estudar na Itália sem autorizações adicionais e renovar por três anos, abrindo caminho para residência de longo prazo na UE e, eventualmente, cidadania após dez anos.
O guia também aponta desafios práticos: o comitê de vistos se reúne apenas trimestralmente; a comprovação de fundos deve ser feita em banco da UE; e o planejamento tributário é fundamental, pois, ao contrário do regime anterior de Portugal, a Itália não oferece tributação fixa automática — o candidato deve solicitar separadamente o regime "res non dom". A EU-Passports prevê um aumento na demanda em 2026, à medida que investidores busquem diversificação além dos programas ligados a imóveis. Consultores de mobilidade podem combinar o visto de investidor com a recente permissão para nômades digitais da Itália, criando soluções híbridas para fundadores de start-ups que transferem equipes para Milão ou Turim.
Fonte: EU-Passports
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