
O Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) do Reino Unido divulgou, em 25 de setembro, um aviso atualizado sobre viagens à Espanha, destacando duas mudanças operacionais importantes para viajantes corporativos.
Primeiro, após o acordo provisório Reino Unido-UE sobre Gibraltar, aplicado em 15 de julho de 2026, as antigas estruturas de controle na fronteira Gibraltar-La Línea foram desmontadas. Agora, os viajantes passam por um fluxo no estilo Schengen, com inspeção de passaportes aleatória, em vez de sistemática. O FCDO alerta, no entanto, que a polícia espanhola mantém o direito de realizar fiscalizações pontuais, portanto, os visitantes devem portar documentos de viagem válidos.
Segundo, o aviso amplia as orientações sobre o Sistema de Entrada/Saída da UE (EES), que entrou em operação faseada este ano. Cidadãos britânicos e de outros países terceiros que chegarem à Espanha podem ser obrigados a registrar dados biométricos — impressões digitais e imagem facial — na primeira entrada, processo que pode adicionar alguns minutos por passageiro. A recomendação é que as companhias aéreas prevejam tempo extra nos portões de embarque e que os viajantes com conexões apertadas reconsiderem seus itinerários.
Para gestores de mobilidade, a atualização significa que funcionários em trânsito via Gibraltar podem contar com tempos de travessia mais curtos, porém menos previsíveis, enquanto missões com múltiplas conexões no espaço Schengen devem incluir margens para o registro no EES. As equipes de RH também devem orientar os colaboradores sobre as regras de validade de passaportes na área Schengen: os documentos precisam ter sido emitidos nos últimos dez anos e ser válidos por pelo menos três meses após a data prevista de saída.
Dica para políticas de viagem: incorpore o novo link do FCDO nas ferramentas de reserva da empresa e configure alertas automáticos para atualizações da página de orientações. Várias seguradoras agora vinculam a validade das apólices ao cumprimento das orientações oficiais de viagem.
Primeiro, após o acordo provisório Reino Unido-UE sobre Gibraltar, aplicado em 15 de julho de 2026, as antigas estruturas de controle na fronteira Gibraltar-La Línea foram desmontadas. Agora, os viajantes passam por um fluxo no estilo Schengen, com inspeção de passaportes aleatória, em vez de sistemática. O FCDO alerta, no entanto, que a polícia espanhola mantém o direito de realizar fiscalizações pontuais, portanto, os visitantes devem portar documentos de viagem válidos.
Segundo, o aviso amplia as orientações sobre o Sistema de Entrada/Saída da UE (EES), que entrou em operação faseada este ano. Cidadãos britânicos e de outros países terceiros que chegarem à Espanha podem ser obrigados a registrar dados biométricos — impressões digitais e imagem facial — na primeira entrada, processo que pode adicionar alguns minutos por passageiro. A recomendação é que as companhias aéreas prevejam tempo extra nos portões de embarque e que os viajantes com conexões apertadas reconsiderem seus itinerários.
Para gestores de mobilidade, a atualização significa que funcionários em trânsito via Gibraltar podem contar com tempos de travessia mais curtos, porém menos previsíveis, enquanto missões com múltiplas conexões no espaço Schengen devem incluir margens para o registro no EES. As equipes de RH também devem orientar os colaboradores sobre as regras de validade de passaportes na área Schengen: os documentos precisam ter sido emitidos nos últimos dez anos e ser válidos por pelo menos três meses após a data prevista de saída.
Dica para políticas de viagem: incorpore o novo link do FCDO nas ferramentas de reserva da empresa e configure alertas automáticos para atualizações da página de orientações. Várias seguradoras agora vinculam a validade das apólices ao cumprimento das orientações oficiais de viagem.
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