
Embaixadas italianas em Nova Délhi, Joanesburgo e São Paulo abriram vagas limitadas para agendamento em 2 de novembro de 2025, para testar o novo processo biométrico de captura de impressões digitais para solicitantes de visto de longa duração (Tipo D). A coleta obrigatória de impressões digitais — já aplicada a vistos de curta duração para o espaço Schengen — será estendida a vistos de trabalho, estudo, investimento e reunificação familiar a partir de 11 de janeiro de 2026, conforme o Decreto-Lei 145/2024.
Os solicitantes devem comparecer pessoalmente, fornecer dez impressões digitais digitais e uma foto ao vivo; os dados biométricos terão validade de 59 meses, eliminando a necessidade de novo cadastro para vistos subsequentes. Os consulados informam que cada atendimento agora dura entre 12 e 15 minutos, o dobro do tempo anterior, gerando preocupação sobre a disponibilidade de vagas durante o pico de dezembro e janeiro.
Empresas de consultoria educacional alertam que estudantes indianos e latino-americanos que iniciam semestres na primavera correm risco de atrasos, recomendando que as universidades emitam cartas de aceitação com antecedência e considerem opções de matrícula remota caso os vistos atrasem. Empregadores globais que patrocinam transferências internas devem reservar vagas com bastante antecedência e prever custos extras de viagem para funcionários que moram longe dos consulados.
O Ministério do Interior informou que está negociando contratos de subcontratação com centros privados de solicitação de vistos para ampliar a capacidade antes da aplicação total da medida. Enquanto isso, o setor de aviação executiva prevê aumento nas viagens de curta duração, com executivos voando até os consulados para realizar a biometria no mesmo dia e evitar deslocamentos prolongados.
Os solicitantes devem comparecer pessoalmente, fornecer dez impressões digitais digitais e uma foto ao vivo; os dados biométricos terão validade de 59 meses, eliminando a necessidade de novo cadastro para vistos subsequentes. Os consulados informam que cada atendimento agora dura entre 12 e 15 minutos, o dobro do tempo anterior, gerando preocupação sobre a disponibilidade de vagas durante o pico de dezembro e janeiro.
Empresas de consultoria educacional alertam que estudantes indianos e latino-americanos que iniciam semestres na primavera correm risco de atrasos, recomendando que as universidades emitam cartas de aceitação com antecedência e considerem opções de matrícula remota caso os vistos atrasem. Empregadores globais que patrocinam transferências internas devem reservar vagas com bastante antecedência e prever custos extras de viagem para funcionários que moram longe dos consulados.
O Ministério do Interior informou que está negociando contratos de subcontratação com centros privados de solicitação de vistos para ampliar a capacidade antes da aplicação total da medida. Enquanto isso, o setor de aviação executiva prevê aumento nas viagens de curta duração, com executivos voando até os consulados para realizar a biometria no mesmo dia e evitar deslocamentos prolongados.
Fonte: Business Standard