
O compromisso da Irlanda com um sistema de imigração justo foi destaque em Madrid, no dia 12 de novembro, quando o Ministro de Estado Niall Collins participou da Mesa Redonda Global da OCDE sobre Acesso Igualitário à Justiça. Liderando uma delegação de 40 países, Collins apresentou as recentes reformas irlandesas — incluindo a digitalização da renovação das permissões de imigração e a substituição planejada do sistema de Alojamento Direto — e defendeu uma “justiça centrada nas pessoas que acompanha o migrante”.
O ministro destacou que o acesso rápido a assistência jurídica é um pilar fundamental para a integração bem-sucedida, ressaltando que os requerentes de asilo na Irlanda agora têm direito a assistência jurídica gratuita na primeira instância e durante os recursos. Ele incentivou os membros da OCDE a compartilharem boas práticas para resolver casos de imigração em até seis meses, meta que a Irlanda pretende alcançar até 2027 por meio da automação de processos e da ampliação do número de julgadores.
Especialistas afirmam que o discurso de Collins posiciona a Irlanda como uma voz progressista em um momento em que vários países da UE estão endurecendo seus controles fronteiriços. Ao relacionar a reforma da justiça à competitividade econômica — “multinacionais escolhem jurisdições onde trabalhadores e suas famílias se sentem legalmente protegidos”, afirmou o ministro —, ele fez um apelo direto aos investidores globais.
Para equipes de RH e mobilidade, a principal lição é que a segurança jurídica continua sendo uma prioridade política, mesmo com a Irlanda buscando reduzir custos de acomodação. As empresas devem esperar maior transparência processual e ferramentas online de acompanhamento de casos nos próximos dois anos.
O ministro destacou que o acesso rápido a assistência jurídica é um pilar fundamental para a integração bem-sucedida, ressaltando que os requerentes de asilo na Irlanda agora têm direito a assistência jurídica gratuita na primeira instância e durante os recursos. Ele incentivou os membros da OCDE a compartilharem boas práticas para resolver casos de imigração em até seis meses, meta que a Irlanda pretende alcançar até 2027 por meio da automação de processos e da ampliação do número de julgadores.
Especialistas afirmam que o discurso de Collins posiciona a Irlanda como uma voz progressista em um momento em que vários países da UE estão endurecendo seus controles fronteiriços. Ao relacionar a reforma da justiça à competitividade econômica — “multinacionais escolhem jurisdições onde trabalhadores e suas famílias se sentem legalmente protegidos”, afirmou o ministro —, ele fez um apelo direto aos investidores globais.
Para equipes de RH e mobilidade, a principal lição é que a segurança jurídica continua sendo uma prioridade política, mesmo com a Irlanda buscando reduzir custos de acomodação. As empresas devem esperar maior transparência processual e ferramentas online de acompanhamento de casos nos próximos dois anos.