
Viajantes a negócios enfrentaram novos transtornos em 12 de novembro, após uma onda de problemas operacionais e de controle de fronteiras que se espalhou pela Europa, causando atrasos ou cancelamentos em mais de 337 voos. Dados compilados pela FlightAware e divulgados pelo Travel & Tour World apontam Dublin entre os aeroportos mais afetados, junto com Helsinque, Amsterdã e Paris. As companhias Emerald Airlines, Finnair, KLM, Virgin Atlantic e Air France atribuíram a situação a uma combinação crítica de falta de pessoal, fiscalização documental mais rigorosa e congestionamento decorrente de falhas anteriores no controle de tráfego aéreo.
No Aeroporto de Dublin, 56 partidas e 49 chegadas sofreram atrasos, enquanto cinco voos regionais operados pela Emerald foram cancelados. A daa alertou que “até pequenas faltas de pessoal nos guichês de imigração” podem causar atrasos na rotatividade das aeronaves, já que as regras de descanso da tripulação obrigam as companhias a reprogramar os horários. Passageiros que faziam conexão para o serviço de pré-liberação dos EUA enfrentaram filas de até 70 minutos no pico da manhã.
Esse episódio recente evidencia a fragilidade das operações aéreas europeias, mesmo com o volume de tráfego retornando aos níveis pré-pandemia. As companhias aéreas relatam índices de absenteísmo ainda entre 8% e 10%, enquanto as autoridades nacionais de fronteira têm dificuldade para contratar pessoal extra necessário para a carimbagem de passaportes pós-Brexit.
Gestores de mobilidade global devem orientar seus colaboradores a incluir margens maiores nos roteiros esta semana, usar aplicativos das companhias para remarcações em tempo real e considerar alternativas de teleconferência para reuniões de última hora. Empregadores com cargas sensíveis ao tempo devem ativar planos de contingência, pois várias companhias impuseram restrições temporárias de peso para recuperar os cronogramas.
No Aeroporto de Dublin, 56 partidas e 49 chegadas sofreram atrasos, enquanto cinco voos regionais operados pela Emerald foram cancelados. A daa alertou que “até pequenas faltas de pessoal nos guichês de imigração” podem causar atrasos na rotatividade das aeronaves, já que as regras de descanso da tripulação obrigam as companhias a reprogramar os horários. Passageiros que faziam conexão para o serviço de pré-liberação dos EUA enfrentaram filas de até 70 minutos no pico da manhã.
Esse episódio recente evidencia a fragilidade das operações aéreas europeias, mesmo com o volume de tráfego retornando aos níveis pré-pandemia. As companhias aéreas relatam índices de absenteísmo ainda entre 8% e 10%, enquanto as autoridades nacionais de fronteira têm dificuldade para contratar pessoal extra necessário para a carimbagem de passaportes pós-Brexit.
Gestores de mobilidade global devem orientar seus colaboradores a incluir margens maiores nos roteiros esta semana, usar aplicativos das companhias para remarcações em tempo real e considerar alternativas de teleconferência para reuniões de última hora. Empregadores com cargas sensíveis ao tempo devem ativar planos de contingência, pois várias companhias impuseram restrições temporárias de peso para recuperar os cronogramas.
Fonte: Travel and Tour World