
O serviço Smartraveller da Austrália elevou discretamente o Brasil para o “Nível 2 – Exercite Alto Grau de Cautela” no final do dia 6 de dezembro, citando o aumento da criminalidade violenta nas grandes cidades, casos de álcool contaminado com metanol em resorts costeiros, protestos pré-eleitorais e picos de dengue e sarampo. Embora os avisos não sejam proibições legais, eles têm consequências comerciais imediatas: muitas seguradoras australianas aumentam automaticamente os prêmios ou reduzem os benefícios de evacuação médica quando um destino é classificado como “âmbar”.
O aviso surge apenas oito meses após o Brasil restabelecer o visto eletrônico (e-Visa) para australianos, canadenses e cidadãos dos EUA. Os viajantes devem solicitar o visto online antes da partida; vistos não são mais emitidos na chegada. Os passaportes precisam ter validade mínima de seis meses, e os cidadãos com dupla nacionalidade devem entrar e sair com o passaporte brasileiro – homens brasileiros entre 18 e 45 anos continuam sujeitos às obrigações do serviço militar reserva.
Para programas de mobilidade global, o alerta elevado significa prazos maiores para análise de seguros, custos mais altos e maior rigor na verificação de roteiros para os estados mineradores do Brasil e o polo financeiro de São Paulo. Gestores de mobilidade devem atualizar avaliações de risco, confirmar cobertura para dengue e divulgar o link do e-Visa com bastante antecedência. Empresas com grande número de expatriados australianos – especialmente nos setores de recursos naturais e energia – podem precisar auditar clínicas locais ou negociar contratos de assistência médica de plantão.
Esse desenvolvimento mostra como sinais não regulatórios podem transformar a economia da mobilidade da noite para o dia. Responsáveis por políticas de viagem devem verificar se a matriz interna de aprovação da organização eleva automaticamente viagens para destinos “âmbar” e se os limites para evacuação de emergência continuam adequados diante da inflação médica no Brasil.
O aviso surge apenas oito meses após o Brasil restabelecer o visto eletrônico (e-Visa) para australianos, canadenses e cidadãos dos EUA. Os viajantes devem solicitar o visto online antes da partida; vistos não são mais emitidos na chegada. Os passaportes precisam ter validade mínima de seis meses, e os cidadãos com dupla nacionalidade devem entrar e sair com o passaporte brasileiro – homens brasileiros entre 18 e 45 anos continuam sujeitos às obrigações do serviço militar reserva.
Para programas de mobilidade global, o alerta elevado significa prazos maiores para análise de seguros, custos mais altos e maior rigor na verificação de roteiros para os estados mineradores do Brasil e o polo financeiro de São Paulo. Gestores de mobilidade devem atualizar avaliações de risco, confirmar cobertura para dengue e divulgar o link do e-Visa com bastante antecedência. Empresas com grande número de expatriados australianos – especialmente nos setores de recursos naturais e energia – podem precisar auditar clínicas locais ou negociar contratos de assistência médica de plantão.
Esse desenvolvimento mostra como sinais não regulatórios podem transformar a economia da mobilidade da noite para o dia. Responsáveis por políticas de viagem devem verificar se a matriz interna de aprovação da organização eleva automaticamente viagens para destinos “âmbar” e se os limites para evacuação de emergência continuam adequados diante da inflação médica no Brasil.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News