
O Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália atualizou seu alerta de viagem para o Brasil em 15 de novembro, mantendo o nível geral em “Exercer Alto Grau de Cautela”, mas acrescentando novos avisos relacionados à cúpula climática COP30. O comunicado destaca a probabilidade de manifestações em Belém, São Paulo e Rio de Janeiro, além de possíveis atrasos no transporte nas proximidades dos locais do evento.
As autoridades lembram que o Brasil exige visto para entrada e que os viajantes devem obter o documento antes da partida, pois não são emitidos vistos na chegada. O alerta também chama atenção para o recente aumento de casos de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas – um risco para profissionais de negócios que participam de recepções relacionadas à COP – e reforça orientações antigas sobre crimes violentos nas grandes cidades.
Para gestores de mobilidade, a principal mudança é a recomendação explícita de evitar áreas de protesto e seguir as instruções de segurança locais. Com mais de 40 mil participantes credenciados na COP30, a ocupação hoteleira em Belém já atingiu 95% e os preços de serviços de transporte por aplicativo dispararam, evidenciando a necessidade de reservar o transporte terrestre com antecedência.
A atualização é relevante porque empresas australianas continuam sendo uma das maiores comunidades de investidores estrangeiros nos setores de mineração, energia e agronegócio do Brasil. Muitas enviaram equipes de sustentabilidade para a COP30. Os empregadores devem divulgar o alerta revisado, garantir que os viajantes se registrem no programa Smart Traveller e revisar os protocolos de responsabilidade para funcionários que se deslocarem fora dos locais oficiais.
O DFAT continuará monitorando a situação; novas atualizações podem ocorrer caso os protestos aumentem ou condições climáticas adversas prejudiquem os voos na Amazônia durante a última semana da cúpula.
As autoridades lembram que o Brasil exige visto para entrada e que os viajantes devem obter o documento antes da partida, pois não são emitidos vistos na chegada. O alerta também chama atenção para o recente aumento de casos de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas – um risco para profissionais de negócios que participam de recepções relacionadas à COP – e reforça orientações antigas sobre crimes violentos nas grandes cidades.
Para gestores de mobilidade, a principal mudança é a recomendação explícita de evitar áreas de protesto e seguir as instruções de segurança locais. Com mais de 40 mil participantes credenciados na COP30, a ocupação hoteleira em Belém já atingiu 95% e os preços de serviços de transporte por aplicativo dispararam, evidenciando a necessidade de reservar o transporte terrestre com antecedência.
A atualização é relevante porque empresas australianas continuam sendo uma das maiores comunidades de investidores estrangeiros nos setores de mineração, energia e agronegócio do Brasil. Muitas enviaram equipes de sustentabilidade para a COP30. Os empregadores devem divulgar o alerta revisado, garantir que os viajantes se registrem no programa Smart Traveller e revisar os protocolos de responsabilidade para funcionários que se deslocarem fora dos locais oficiais.
O DFAT continuará monitorando a situação; novas atualizações podem ocorrer caso os protestos aumentem ou condições climáticas adversas prejudiquem os voos na Amazônia durante a última semana da cúpula.