
O principal aeroporto internacional do Brasil, São Paulo/Guarulhos (GRU), está com segurança reforçada, enquanto a Polícia Federal (PF) intensifica as fiscalizações às vésperas do Natal. Entre os dias 19 e 22 de dezembro, agentes da PF realizaram 11 operações distintas, resultando na captura de quatro foragidos, prisão de dois traficantes que engoliram cápsulas de cocaína e apreensão de vários passageiros com passaportes falsificados ou grandes quantias de dinheiro estrangeiro não declaradas.
A ação faz parte da Operação Fim de Ano — a mesma mobilização conjunta que aumentou a presença de inspetores da ANAC em todo o país. No GRU, a PF dobrou o número de cães farejadores, escalou especialistas disfarçados para análise de documentos e instalou scanners móveis de raio-X para bagagens despachadas em rotas de alto risco para Europa e África.
Para as equipes de mobilidade global, a mensagem é clara: os viajantes devem esperar uma triagem secundária mais rigorosa, especialmente aqueles com múltiplos passaportes, grandes quantias em dinheiro ou passagens só de ida. Empresas que enviam funcionários pelo GRU são orientadas a revisar o cumprimento do limite de declaração de dinheiro em espécie no Brasil, que é de R$ 10.000 (cerca de US$ 2.000), e garantir que os colaboradores tenham documentação que comprove o motivo da viagem.
Segundo a PF, a operação seguirá até 5 de janeiro e pode ser prorrogada caso o fluxo de passageiros continue elevado. Os primeiros resultados indicam um efeito dissuasor significativo: o GRU registrou uma queda de 27% em casos de documentos falsificados em comparação com o mesmo período de 2024.
A ação faz parte da Operação Fim de Ano — a mesma mobilização conjunta que aumentou a presença de inspetores da ANAC em todo o país. No GRU, a PF dobrou o número de cães farejadores, escalou especialistas disfarçados para análise de documentos e instalou scanners móveis de raio-X para bagagens despachadas em rotas de alto risco para Europa e África.
Para as equipes de mobilidade global, a mensagem é clara: os viajantes devem esperar uma triagem secundária mais rigorosa, especialmente aqueles com múltiplos passaportes, grandes quantias em dinheiro ou passagens só de ida. Empresas que enviam funcionários pelo GRU são orientadas a revisar o cumprimento do limite de declaração de dinheiro em espécie no Brasil, que é de R$ 10.000 (cerca de US$ 2.000), e garantir que os colaboradores tenham documentação que comprove o motivo da viagem.
Segundo a PF, a operação seguirá até 5 de janeiro e pode ser prorrogada caso o fluxo de passageiros continue elevado. Os primeiros resultados indicam um efeito dissuasor significativo: o GRU registrou uma queda de 27% em casos de documentos falsificados em comparação com o mesmo período de 2024.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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