
O Departamento de Assuntos Globais do Canadá elevou, em 4 de janeiro, o nível de risco para o Brasil para "Exercer alto grau de cautela", colocando o país na mesma categoria do México, Cuba e outros que enfrentam "ameaças de segurança crescentes, instabilidade nas fronteiras e regras de visto mais rígidas". O alerta destaca o Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador devido à criminalidade violenta, mas também recomenda que os viajantes evitem uma faixa de 20 km ao longo das fronteiras terrestres do Brasil com Argentina, Bolívia, Colômbia e Guiana Francesa, onde atuam quadrilhas de contrabando de armas e drogas.
Embora o aviso não chegue a recomendar o cancelamento de viagens por parte dos canadenses, ele reforça a necessidade de planos de segurança rigorosos, evitar viagens noturnas e atenção às novas formalidades do e-Visa brasileiro para estadias curtas. O alerta pode impactar as políticas de viagens corporativas: várias empresas canadenses de mineração e engenharia com operações no Pará e Minas Gerais afirmaram que agora exigirão transporte armado dos aeroportos até os locais de trabalho e podem transferir reuniões para formatos virtuais.
O órgão de turismo brasileiro Embratur minimizou o risco, destacando o recorde de visitantes em 2025 e o aumento das patrulhas policiais nos principais centros urbanos. No entanto, gestores globais de mobilidade alertam que esses avisos podem influenciar os prêmios de seguros para expatriados e levar a revisões nos auxílios por "dificuldades" previstos em muitas políticas de deslocamento.
As empresas devem verificar se seus fornecedores de gestão de riscos de viagem integram automaticamente as classificações do governo canadense nas plataformas de monitoramento de viajantes, já que dados conflitantes de alertas dos EUA, Reino Unido e Austrália podem gerar lacunas de conformidade.
Embora o aviso não chegue a recomendar o cancelamento de viagens por parte dos canadenses, ele reforça a necessidade de planos de segurança rigorosos, evitar viagens noturnas e atenção às novas formalidades do e-Visa brasileiro para estadias curtas. O alerta pode impactar as políticas de viagens corporativas: várias empresas canadenses de mineração e engenharia com operações no Pará e Minas Gerais afirmaram que agora exigirão transporte armado dos aeroportos até os locais de trabalho e podem transferir reuniões para formatos virtuais.
O órgão de turismo brasileiro Embratur minimizou o risco, destacando o recorde de visitantes em 2025 e o aumento das patrulhas policiais nos principais centros urbanos. No entanto, gestores globais de mobilidade alertam que esses avisos podem influenciar os prêmios de seguros para expatriados e levar a revisões nos auxílios por "dificuldades" previstos em muitas políticas de deslocamento.
As empresas devem verificar se seus fornecedores de gestão de riscos de viagem integram automaticamente as classificações do governo canadense nas plataformas de monitoramento de viajantes, já que dados conflitantes de alertas dos EUA, Reino Unido e Austrália podem gerar lacunas de conformidade.
Fonte: Travel and Tour World
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