
A Embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Londres emitiu um alerta em 4 de fevereiro, lembrando os viajantes emiradenses que a **Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) do Reino Unido** é válida por apenas dois anos e deve ser renovada antes da partida caso esteja prestes a expirar. O aviso acompanha a transição do Ministério do Interior do Reino Unido, que está substituindo a maioria dos vistos físicos de curta duração por eVisas e pelo novo sistema ETA.
De acordo com as regras atuais, os cidadãos dos Emirados Árabes Unidos têm isenção de visto para viagens de até seis meses, mas precisam portar uma ETA válida vinculada ao passaporte biométrico. A embaixada alerta que as companhias aéreas podem negar o embarque a passageiros com autorização digital expirada, o que pode gerar custos elevados com remarcações de última hora. A renovação é rápida e pode ser feita pelo aplicativo móvel do UK ETA ou pelo portal online do governo, mas exige o envio de uma nova foto facial e o pagamento da taxa de £10 (aproximadamente AED 46).
As equipes de mobilidade corporativa foram orientadas a incluir o monitoramento da validade da ETA nos processos de aprovação de viagens, especialmente para executivos que viajam frequentemente a Londres para reuniões de diretoria, roadshows com investidores ou tratamentos médicos. Consultores de imigração recomendam que a renovação seja feita pelo menos uma semana antes da viagem para evitar problemas técnicos. As companhias Etihad e Emirates já atualizaram seus sistemas de check-in para alertar sobre ETAs próximas do vencimento no momento da reserva.
O alerta da embaixada faz parte de uma campanha mais ampla dos Emirados para apoiar seus cidadãos no exterior diante das rápidas mudanças nas exigências de entrada em vários países. Avisos semelhantes foram emitidos no mês passado sobre as mudanças na ETA do Canadá e a implementação do cartão de chegada eletrônica em Singapura. Com o Reino Unido planejando lançar eVisas completos para portadores de permissões de residência ainda este ano, especialistas esperam novos desafios digitais para os viajantes do Golfo.
Seguradoras de viagem destacam que voos perdidos por causa de ETAs inválidas geralmente são classificados como “erros administrativos” e não são cobertos pelas apólices padrão. Por isso, as empresas são aconselhadas a incluir a verificação da validade da ETA nos formulários de aprovação pré-viagem e nos aplicativos de auto-certificação dos viajantes.
De acordo com as regras atuais, os cidadãos dos Emirados Árabes Unidos têm isenção de visto para viagens de até seis meses, mas precisam portar uma ETA válida vinculada ao passaporte biométrico. A embaixada alerta que as companhias aéreas podem negar o embarque a passageiros com autorização digital expirada, o que pode gerar custos elevados com remarcações de última hora. A renovação é rápida e pode ser feita pelo aplicativo móvel do UK ETA ou pelo portal online do governo, mas exige o envio de uma nova foto facial e o pagamento da taxa de £10 (aproximadamente AED 46).
As equipes de mobilidade corporativa foram orientadas a incluir o monitoramento da validade da ETA nos processos de aprovação de viagens, especialmente para executivos que viajam frequentemente a Londres para reuniões de diretoria, roadshows com investidores ou tratamentos médicos. Consultores de imigração recomendam que a renovação seja feita pelo menos uma semana antes da viagem para evitar problemas técnicos. As companhias Etihad e Emirates já atualizaram seus sistemas de check-in para alertar sobre ETAs próximas do vencimento no momento da reserva.
O alerta da embaixada faz parte de uma campanha mais ampla dos Emirados para apoiar seus cidadãos no exterior diante das rápidas mudanças nas exigências de entrada em vários países. Avisos semelhantes foram emitidos no mês passado sobre as mudanças na ETA do Canadá e a implementação do cartão de chegada eletrônica em Singapura. Com o Reino Unido planejando lançar eVisas completos para portadores de permissões de residência ainda este ano, especialistas esperam novos desafios digitais para os viajantes do Golfo.
Seguradoras de viagem destacam que voos perdidos por causa de ETAs inválidas geralmente são classificados como “erros administrativos” e não são cobertos pelas apólices padrão. Por isso, as empresas são aconselhadas a incluir a verificação da validade da ETA nos formulários de aprovação pré-viagem e nos aplicativos de auto-certificação dos viajantes.
Fonte: Gulf News