
Passageiros que embarcariam hoje (11 de fevereiro) em voos entre Brasil e Alemanha foram surpreendidos por uma greve relâmpago de 24 horas convocada pelos sindicatos de pilotos (Vereinigung Cockpit) e comissários de bordo (UFO) do Grupo Lufthansa. A paralisação começou às 20h (horário de Brasília) e afeta todos os aeroportos alemães atendidos pela companhia, com impacto concentrado nos hubs de Frankfurt e Munique, de onde partem os voos diários para São Paulo (GRU) e tri-semanais para o Rio de Janeiro (GIG).
Embora os aeroportos alemães mantenham planos de contingência, a Lufthansa já cancelou centenas de decolagens de curta e média distância e alerta que conexões de longa distância podem sofrer atrasos em cadeia. A empresa oferece remarcação sem multa ou reembolso integral, mas ressalta que a disponibilidade é limitada, pois fevereiro já registra alta ocupação de turistas brasileiros em viagens de inverno para a Europa.
O estopim do movimento, segundo os sindicatos, é a insatisfação com a proposta de financiamento patronal dos planos de pensão dos tripulantes e a incerteza sobre a subsidiária regional Lufthansa CityLine, que pode ser fechada, colocando 800 empregos em risco. A companhia reafirmou em nota que continua aberta ao diálogo, mas classificou a greve como “desproporcional”.
Para viajantes corporativos, o momento é crítico: fevereiro marca o pico dos projetos de planejamento fiscal de multinacionais e de feiras industriais na Alemanha (Biofach, Ambiente, IAA Mobility). Gestores de relocação recomendam checar o status do voo diretamente nos aplicativos da empresa e considerar rotas alternativas via Zurique ou Madri.
Na prática, a paralisação revela a fragilidade das cadeias de mobilidade internacional que conectam o Brasil a seus maiores parceiros comerciais na Europa. Mesmo que a greve dure apenas 24 horas, os voos de carga também são afetados, e o acúmulo pode levar dias para ser normalizado, gerando custos extras de armazenagem e risco de atrasos em entregas just-in-time.
Embora os aeroportos alemães mantenham planos de contingência, a Lufthansa já cancelou centenas de decolagens de curta e média distância e alerta que conexões de longa distância podem sofrer atrasos em cadeia. A empresa oferece remarcação sem multa ou reembolso integral, mas ressalta que a disponibilidade é limitada, pois fevereiro já registra alta ocupação de turistas brasileiros em viagens de inverno para a Europa.
O estopim do movimento, segundo os sindicatos, é a insatisfação com a proposta de financiamento patronal dos planos de pensão dos tripulantes e a incerteza sobre a subsidiária regional Lufthansa CityLine, que pode ser fechada, colocando 800 empregos em risco. A companhia reafirmou em nota que continua aberta ao diálogo, mas classificou a greve como “desproporcional”.
Para viajantes corporativos, o momento é crítico: fevereiro marca o pico dos projetos de planejamento fiscal de multinacionais e de feiras industriais na Alemanha (Biofach, Ambiente, IAA Mobility). Gestores de relocação recomendam checar o status do voo diretamente nos aplicativos da empresa e considerar rotas alternativas via Zurique ou Madri.
Na prática, a paralisação revela a fragilidade das cadeias de mobilidade internacional que conectam o Brasil a seus maiores parceiros comerciais na Europa. Mesmo que a greve dure apenas 24 horas, os voos de carga também são afetados, e o acúmulo pode levar dias para ser normalizado, gerando custos extras de armazenagem e risco de atrasos em entregas just-in-time.
Fonte: Mercado & Eventos
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Brasil.Mais de Brasil
Ver tudo
Guia oficial da Copa do Mundo 2026 confirma que torcedores brasileiros precisarão de visto válido para entrar nos EUA
Polícia Federal abre 4.000 vagas extras por semana para emissão de passaportes no Rio