
O governo da Austrália do Sul está considerando a instalação de placas de segurança hídrica multilíngues e de destaque no hall de chegadas internacionais do Aeroporto de Adelaide, em resposta a um aumento de 27% nos afogamentos entre residentes nascidos no exterior, confirmaram autoridades em 17 de fevereiro. A medida vem após um Relatório Nacional de Afogamentos mostrar que migrantes representaram um terço das 357 mortes por afogamento na Austrália em 2024-25.
Grupos de defesa, como o Australian Migrant Resource Centre, afirmam que muitos recém-chegados vêm de países sem litoral, com pouca cultura de natação, e desconhecem perigos locais como correntes de retorno. A Surf Life Saving Australia destaca que as ações tradicionais de conscientização comunitária frequentemente não alcançam turistas e trabalhadores recém-chegados, tornando a comunicação no aeroporto um ponto lógico de contato inicial.
Se adotada, Adelaide será a primeira porta de entrada da Austrália a incorporar orientações de segurança hídrica nos processos de chegada às fronteiras. A iniciativa pode se expandir para Sydney, Melbourne e Perth, cidades que também registraram mortes envolvendo estudantes internacionais e trabalhadores temporários.
Para empresas de mobilidade e realocação, a proposta reforça as obrigações mais amplas de cuidado, que vão além do cumprimento de vistos, abrangendo a segurança pessoal dos funcionários designados e suas famílias. Empregadores que enviam equipes para regiões costeiras podem precisar incluir orientações sobre segurança nas praias nos programas de integração.
O governo consultará companhias aéreas, operadores aeroportuários e agências multiculturais sobre o design, idiomas e financiamento. As placas podem ser instaladas já no pico do verão de 2026-27, caso os acordos sejam firmados.
Grupos de defesa, como o Australian Migrant Resource Centre, afirmam que muitos recém-chegados vêm de países sem litoral, com pouca cultura de natação, e desconhecem perigos locais como correntes de retorno. A Surf Life Saving Australia destaca que as ações tradicionais de conscientização comunitária frequentemente não alcançam turistas e trabalhadores recém-chegados, tornando a comunicação no aeroporto um ponto lógico de contato inicial.
Se adotada, Adelaide será a primeira porta de entrada da Austrália a incorporar orientações de segurança hídrica nos processos de chegada às fronteiras. A iniciativa pode se expandir para Sydney, Melbourne e Perth, cidades que também registraram mortes envolvendo estudantes internacionais e trabalhadores temporários.
Para empresas de mobilidade e realocação, a proposta reforça as obrigações mais amplas de cuidado, que vão além do cumprimento de vistos, abrangendo a segurança pessoal dos funcionários designados e suas famílias. Empregadores que enviam equipes para regiões costeiras podem precisar incluir orientações sobre segurança nas praias nos programas de integração.
O governo consultará companhias aéreas, operadores aeroportuários e agências multiculturais sobre o design, idiomas e financiamento. As placas podem ser instaladas já no pico do verão de 2026-27, caso os acordos sejam firmados.
Fonte: ABC News
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