
O governo australiano ativou discretamente pela primeira vez seus novos poderes de Determinação de Controle de Chegada (ACD), proibindo a entrada no país da maioria dos portadores de vistos de visitante (subclasse 600) vinculados a passaportes iranianos, por um período inicial de seis meses, que começou em 26 de março de 2026. A medida, confirmada em orientações publicadas pela consultoria de imigração The Migration Agency, ocorre em meio ao aumento das tensões regionais e preocupações internas no Ministério do Interior sobre uma possível sobrecarga dos recursos de fiscalização devido a um aumento nas solicitações de asilo.
De acordo com a seção 84B da Lei de Migração (alterada no início deste mês), o ministro do Interior pode agora “suspender” viagens para grupos inteiros de vistos mesmo após a concessão dos mesmos. Os iranianos afetados que estavam fora da Austrália quando a determinação foi assinada só poderão viajar se obtiverem um **Certificado de Viagem Permitida (PTC)** — uma dispensa discricionária que deve ser solicitada por meio de um novo portal online. Os viajantes que já estão na Austrália podem permanecer até o vencimento do visto, mas podem ser impedidos de reentrar caso saiam do país.
Advogados especializados em migração afirmam que a medida é inédita em sua abrangência, pois revoga o princípio tradicional de que um visto concedido garante o direito de viajar. Equipes de mobilidade corporativa com talentos iranianos em rotação estão correndo para revisar escalas, enquanto operadores de cruzeiros que recrutam funcionários falantes de persa suspenderam novas contratações. Companhias aéreas já começaram a sinalizar reservas afetadas para evitar recusas de embarque de última hora.
As recomendações práticas para conformidade incluem verificar o status do visto de cada iraniano em relação à lista da ACD, prever até seis semanas para a decisão sobre o PTC e preparar rotas alternativas via Dubai ou Doha (principais pontos de trânsito iranianos) caso seja necessário cancelar itinerários de saída. Os empregadores também devem atualizar suas declarações de igualdade de oportunidades para explicar a mudança, já que equipes de comunicação interna relatam aumento da ansiedade entre cidadãos com dupla nacionalidade.
Especialistas em políticas observam que o mecanismo ACD pode agora ser aplicado a qualquer “região ou grupo de pessoas” se o ministro considerar que as circunstâncias no exterior representam risco de permanência irregular. Associações de viagens corporativas temem que a ferramenta possa ser usada novamente sem aviso prévio, adicionando uma nova camada de imprevisibilidade ao planejamento da mobilidade global.
De acordo com a seção 84B da Lei de Migração (alterada no início deste mês), o ministro do Interior pode agora “suspender” viagens para grupos inteiros de vistos mesmo após a concessão dos mesmos. Os iranianos afetados que estavam fora da Austrália quando a determinação foi assinada só poderão viajar se obtiverem um **Certificado de Viagem Permitida (PTC)** — uma dispensa discricionária que deve ser solicitada por meio de um novo portal online. Os viajantes que já estão na Austrália podem permanecer até o vencimento do visto, mas podem ser impedidos de reentrar caso saiam do país.
Advogados especializados em migração afirmam que a medida é inédita em sua abrangência, pois revoga o princípio tradicional de que um visto concedido garante o direito de viajar. Equipes de mobilidade corporativa com talentos iranianos em rotação estão correndo para revisar escalas, enquanto operadores de cruzeiros que recrutam funcionários falantes de persa suspenderam novas contratações. Companhias aéreas já começaram a sinalizar reservas afetadas para evitar recusas de embarque de última hora.
As recomendações práticas para conformidade incluem verificar o status do visto de cada iraniano em relação à lista da ACD, prever até seis semanas para a decisão sobre o PTC e preparar rotas alternativas via Dubai ou Doha (principais pontos de trânsito iranianos) caso seja necessário cancelar itinerários de saída. Os empregadores também devem atualizar suas declarações de igualdade de oportunidades para explicar a mudança, já que equipes de comunicação interna relatam aumento da ansiedade entre cidadãos com dupla nacionalidade.
Especialistas em políticas observam que o mecanismo ACD pode agora ser aplicado a qualquer “região ou grupo de pessoas” se o ministro considerar que as circunstâncias no exterior representam risco de permanência irregular. Associações de viagens corporativas temem que a ferramenta possa ser usada novamente sem aviso prévio, adicionando uma nova camada de imprevisibilidade ao planejamento da mobilidade global.
Fonte: The Migration Agency