
Autoridades de imigração cipriotas desmantelaram uma pequena, porém sofisticada, rede que fornecia permissões de entrada falsas a cidadãos de países terceiros tentando acessar a República de Chipre pelo Aeroporto Internacional de Larnaca. Quatro suspeitos, com idades entre 35 e 51 anos, foram presos após a chegada de um passageiro em 24 de abril ter acionado um alerta da Interpol durante o controle de passaportes, anunciou a polícia no domingo.
Os investigadores afirmam que a intermediária do grupo cobrava €6.000 por cliente e coordenava com dois comparsas que fabricavam documentos imitando o formato oficial das permissões de entrada. Pelo menos uma das permissões apreendidas já havia sido sinalizada nas bases de dados da Interpol, indicando que o grupo reutilizava números de documentos emitidos anteriormente.
A operação reforça o foco de Chipre na segurança documental, enquanto o país se prepara para implementar o Sistema de Entrada/Saída da UE e aprimorar a triagem nos aeroportos, em paralelo a uma reforma da legislação sobre refugiados. Para empregadores, o caso serve como alerta: vistos falsificados continuam sendo um risco de conformidade. Recomenda-se fortemente portar uma cópia do documento original de aprovação e confirmar a autenticidade da permissão no portal online do Registro Civil para novos contratados que chegarem no próximo trimestre.
Os suspeitos estão detidos sob acusações de conspiração, falsificação e facilitação de entrada ilegal. Se condenados, podem cumprir até oito anos de prisão — uma pena que o governo espera que desestimule esquemas semelhantes antes do pico das viagens de verão. As autoridades de imigração informam que, nas próximas semanas, serão intensificadas as verificações surpresa em voos de alto risco provenientes do Oriente Médio e do Sul da Ásia.
Os investigadores afirmam que a intermediária do grupo cobrava €6.000 por cliente e coordenava com dois comparsas que fabricavam documentos imitando o formato oficial das permissões de entrada. Pelo menos uma das permissões apreendidas já havia sido sinalizada nas bases de dados da Interpol, indicando que o grupo reutilizava números de documentos emitidos anteriormente.
A operação reforça o foco de Chipre na segurança documental, enquanto o país se prepara para implementar o Sistema de Entrada/Saída da UE e aprimorar a triagem nos aeroportos, em paralelo a uma reforma da legislação sobre refugiados. Para empregadores, o caso serve como alerta: vistos falsificados continuam sendo um risco de conformidade. Recomenda-se fortemente portar uma cópia do documento original de aprovação e confirmar a autenticidade da permissão no portal online do Registro Civil para novos contratados que chegarem no próximo trimestre.
Os suspeitos estão detidos sob acusações de conspiração, falsificação e facilitação de entrada ilegal. Se condenados, podem cumprir até oito anos de prisão — uma pena que o governo espera que desestimule esquemas semelhantes antes do pico das viagens de verão. As autoridades de imigração informam que, nas próximas semanas, serão intensificadas as verificações surpresa em voos de alto risco provenientes do Oriente Médio e do Sul da Ásia.
Fonte: Cyprus Police News
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