
Pela quinta vez em oito meses, o tão aguardado voo Indore–Sharjah foi adiado — desta vez de 1º de maio para uma data indefinida em junho — enquanto a Air India Express enfrenta preocupações de segurança devido ao conflito no Golfo e uma queda acentuada na demanda por viagens de lazer causada pelo calor recorde na região. A companhia aérea reabriu as reservas brevemente em abril, mas retirou os assentos disponíveis poucos dias antes do lançamento, deixando a capital comercial do centro da Índia sem uma ligação direta com o Golfo.
Grupos do setor de turismo afirmam que os atrasos repetidos minam a confiança dos passageiros e dificultam o planejamento de itinerários para a comunidade de 200 mil expatriados de Madhya Pradesh que trabalham nos Emirados Árabes Unidos. Muitos já fazem conexão por Mumbai ou Delhi; o novo adiamento os obriga a arcar com tarifas mais altas e pernoites, reduzindo o tempo limitado para visitas ao país.
O impacto também atinge o transporte de cargas: exportadores de produtos farmacêuticos e têxteis de Indore esperavam espaço no porão para o centro de frete de baixo custo em Sharjah. Com o adiamento, as remessas continuam passando por Mumbai, aumentando os custos de transporte rodoviário e armazenagem, em um momento em que as cadeias de suprimentos já estão pressionadas devido ao desvio do espaço aéreo do Oeste Asiático.
Câmaras de comércio locais pedem ao Ministério da Aviação Civil que agilize as autorizações de segurança e considere um pacote temporário de incentivos — semelhante aos programas de compensação usados nas rotas UDAN — para atrair companhias aéreas a atender cidades menores. Analistas, porém, alertam que a volatilidade dos preços do combustível e a instabilidade geopolítica tornam arriscado estabelecer prazos fixos.
Empresas globais com funcionários em Indore devem revisar seus avisos de viagem, destacar a instabilidade nas datas de lançamento durante as orientações aos colaboradores e, sempre que possível, direcionar os viajantes por Bengaluru ou Hyderabad para aproveitar conexões mais confiáveis com o Oriente Médio até que a situação se estabilize.
Grupos do setor de turismo afirmam que os atrasos repetidos minam a confiança dos passageiros e dificultam o planejamento de itinerários para a comunidade de 200 mil expatriados de Madhya Pradesh que trabalham nos Emirados Árabes Unidos. Muitos já fazem conexão por Mumbai ou Delhi; o novo adiamento os obriga a arcar com tarifas mais altas e pernoites, reduzindo o tempo limitado para visitas ao país.
O impacto também atinge o transporte de cargas: exportadores de produtos farmacêuticos e têxteis de Indore esperavam espaço no porão para o centro de frete de baixo custo em Sharjah. Com o adiamento, as remessas continuam passando por Mumbai, aumentando os custos de transporte rodoviário e armazenagem, em um momento em que as cadeias de suprimentos já estão pressionadas devido ao desvio do espaço aéreo do Oeste Asiático.
Câmaras de comércio locais pedem ao Ministério da Aviação Civil que agilize as autorizações de segurança e considere um pacote temporário de incentivos — semelhante aos programas de compensação usados nas rotas UDAN — para atrair companhias aéreas a atender cidades menores. Analistas, porém, alertam que a volatilidade dos preços do combustível e a instabilidade geopolítica tornam arriscado estabelecer prazos fixos.
Empresas globais com funcionários em Indore devem revisar seus avisos de viagem, destacar a instabilidade nas datas de lançamento durante as orientações aos colaboradores e, sempre que possível, direcionar os viajantes por Bengaluru ou Hyderabad para aproveitar conexões mais confiáveis com o Oriente Médio até que a situação se estabilize.
Fonte: The Times of India
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