
Em uma decisão que agradou gestores de viagens em toda a China, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou, no final do dia 7 de maio, que portadores de passaportes chineses comuns não precisarão mais de visto para viagens de curta duração a partir de 11 de maio de 2026. Os viajantes chineses poderão entrar no Brasil por até 30 dias por visita, para negócios, turismo, visitas a familiares ou amigos, e trânsito.
O anúncio faz parte da estratégia mais ampla de Brasília para atrair investimentos asiáticos e recuperar o turismo receptivo aos níveis pré-pandemia. A China é atualmente o maior parceiro comercial do Brasil, mas antes da pandemia o país recebia pouco mais de 60 mil visitantes chineses a lazer e negócios por ano. Analistas do setor esperam que a isenção de visto libere uma demanda reprimida por inspeções em fábricas no cinturão automotivo de São Paulo e por visitas a projetos ligados ao crescente setor de energias renováveis do Brasil.
Para multinacionais chinesas, a mudança elimina um dos maiores prazos para obtenção de visto nas Américas — antes, de quatro a seis semanas para o selo consular — permitindo que gestores de viagens enviem equipes de engenharia e vendas com pouca antecedência. No entanto, consultores de mobilidade alertam que a Polícia Federal brasileira ainda exige comprovação de passagem de saída e recursos financeiros suficientes na chegada; permanências além do prazo acarretam multas diárias e proibição de entrada futura. As empresas devem atualizar imediatamente suas políticas globais de mobilidade.
Viajantes com estadias superiores a 30 dias, ou que realizarão trabalho remunerado, ainda precisam obter o visto de residência adequado antes da partida. Frequent flyers também devem observar que a isenção é unilateral; cidadãos brasileiros que viajam para a China ainda precisam de visto chinês, embora negociações sobre reciprocidade estejam em andamento.
O anúncio faz parte da estratégia mais ampla de Brasília para atrair investimentos asiáticos e recuperar o turismo receptivo aos níveis pré-pandemia. A China é atualmente o maior parceiro comercial do Brasil, mas antes da pandemia o país recebia pouco mais de 60 mil visitantes chineses a lazer e negócios por ano. Analistas do setor esperam que a isenção de visto libere uma demanda reprimida por inspeções em fábricas no cinturão automotivo de São Paulo e por visitas a projetos ligados ao crescente setor de energias renováveis do Brasil.
Para multinacionais chinesas, a mudança elimina um dos maiores prazos para obtenção de visto nas Américas — antes, de quatro a seis semanas para o selo consular — permitindo que gestores de viagens enviem equipes de engenharia e vendas com pouca antecedência. No entanto, consultores de mobilidade alertam que a Polícia Federal brasileira ainda exige comprovação de passagem de saída e recursos financeiros suficientes na chegada; permanências além do prazo acarretam multas diárias e proibição de entrada futura. As empresas devem atualizar imediatamente suas políticas globais de mobilidade.
Viajantes com estadias superiores a 30 dias, ou que realizarão trabalho remunerado, ainda precisam obter o visto de residência adequado antes da partida. Frequent flyers também devem observar que a isenção é unilateral; cidadãos brasileiros que viajam para a China ainda precisam de visto chinês, embora negociações sobre reciprocidade estejam em andamento.
Como a VisaHQ pode ajudar
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