
O Vice-Ministro da Migração, Nicholas Ioannides, revelou uma estratégia mais rigorosa e integrada para desmantelar as redes de tráfico de pessoas que operam na ilha. Em entrevista à Lingua-News Cyprus, no dia 13 de julho, Ioannides destacou que o foco está em três frentes: reduzir as chegadas irregulares, eliminar o atraso de 13.500 processos de asilo e aumentar significativamente as deportações de requerentes rejeitados. O plano combina a ampliação da vigilância costeira, unidades de decisão rápida para pedidos de asilo e novas equipes de ligação integradas à Europol.
Segundo dados do ministério, as chegadas por barco provenientes da Síria e do Líbano já caíram 92% em relação ao ano anterior, após o reforço das patrulhas conjuntas com a FRONTEX na região do Cabo Greco e da península de Karpas. Grupos empresariais apoiam amplamente a postura mais firme, argumentando que um sistema migratório controlado é fundamental para a entrada de Chipre no espaço Schengen e para manter a confiança dos investidores.
No entanto, empregadores do setor de hospitalidade alertam que a aceleração das deportações pode agravar a escassez de mão de obra durante a alta temporada, pressionando o governo a combinar a fiscalização com cotas específicas de permissões de trabalho. A mudança na política é impulsionada pela preocupação pública: uma pesquisa citada pelo ministro revela que 86% dos cipriotas consideram a migração descontrolada a maior preocupação, superando terrorismo e desastres climáticos.
Ioannides garante que a repressão será equilibrada com procedimentos justos e apoio à integração de refugiados legítimos, mas grupos de direitos humanos pedem supervisão independente das deportações. Para os profissionais de mobilidade, a mensagem é dupla: a triagem para concessão de permissões de trabalho será mais rigorosa, mas as empresas poderão obter decisões mais rápidas após a eliminação do atraso. Os empregadores devem revisar seus processos de recrutamento e se preparar para solicitações mais frequentes de testes de mercado de trabalho.
Segundo dados do ministério, as chegadas por barco provenientes da Síria e do Líbano já caíram 92% em relação ao ano anterior, após o reforço das patrulhas conjuntas com a FRONTEX na região do Cabo Greco e da península de Karpas. Grupos empresariais apoiam amplamente a postura mais firme, argumentando que um sistema migratório controlado é fundamental para a entrada de Chipre no espaço Schengen e para manter a confiança dos investidores.
No entanto, empregadores do setor de hospitalidade alertam que a aceleração das deportações pode agravar a escassez de mão de obra durante a alta temporada, pressionando o governo a combinar a fiscalização com cotas específicas de permissões de trabalho. A mudança na política é impulsionada pela preocupação pública: uma pesquisa citada pelo ministro revela que 86% dos cipriotas consideram a migração descontrolada a maior preocupação, superando terrorismo e desastres climáticos.
Ioannides garante que a repressão será equilibrada com procedimentos justos e apoio à integração de refugiados legítimos, mas grupos de direitos humanos pedem supervisão independente das deportações. Para os profissionais de mobilidade, a mensagem é dupla: a triagem para concessão de permissões de trabalho será mais rigorosa, mas as empresas poderão obter decisões mais rápidas após a eliminação do atraso. Os empregadores devem revisar seus processos de recrutamento e se preparar para solicitações mais frequentes de testes de mercado de trabalho.
Fonte: Lingua-News Cyprus