
O Consulado Geral da Índia em São Paulo atualizou seu site em 20 de julho de 2026 com um alerta urgente listando três portais fraudulentos — e-touristvisaindia.com, indianvisaonline.org.in e e-visaindia.com — que imitam a interface oficial do e-Visa indiano. Esses sites falsos cobram taxas elevadas, coletam dados de passaportes e, em vários casos, emitem PDFs que são rejeitados nos aeroportos da Índia, deixando turistas presos ou obrigados a comprar um visto na chegada.
O Brasil tem se tornado um mercado em rápido crescimento para o turismo médico e educação superior na Índia; quase 18 mil vistos e-Tourist foram emitidos para brasileiros no ano fiscal 2025-26. Os golpistas aproveitaram esse aumento comprando anúncios no Google que aparecem acima do resultado legítimo indianvisaonline.gov.in. Vítimas relatam pagar até US$ 170, contra a taxa oficial de US$ 80, para depois descobrir que seus números de referência do visto são inválidos.
O alerta do Consulado orienta os viajantes a usarem apenas o URL oficial do governo e avisa que os oficiais de imigração indianos não podem “regularizar” ou reembolsar pedidos feitos por plataformas não autorizadas. As companhias aéreas foram instruídas a exibir o link correto durante os anúncios de check-in para voos com destino à Índia que partem de São Paulo e Rio de Janeiro.
Empresas de gestão de viagens (TMCs) e corporações que enviam funcionários brasileiros para treinamentos ou conferências na Índia devem atualizar imediatamente suas FAQs de reserva, liberar o domínio oficial nos navegadores corporativos e bloquear os sites falsos no nível do firewall. As equipes de mobilidade também são aconselhadas a organizar checagens de visto pré-embarque para evitar recusas de embarque ou deportações na chegada.
O caso destaca o desafio global dos sites fraudulentos de vistos. Autoridades do Ministério das Relações Exteriores informam que uma unidade centralizada de remoção dentro do CERT-IN está trabalhando com a ICANN e registradores de domínios para suspender domínios semelhantes, mas reconhecem que novos clones continuam surgindo, tornando a educação constante dos viajantes essencial.
O Brasil tem se tornado um mercado em rápido crescimento para o turismo médico e educação superior na Índia; quase 18 mil vistos e-Tourist foram emitidos para brasileiros no ano fiscal 2025-26. Os golpistas aproveitaram esse aumento comprando anúncios no Google que aparecem acima do resultado legítimo indianvisaonline.gov.in. Vítimas relatam pagar até US$ 170, contra a taxa oficial de US$ 80, para depois descobrir que seus números de referência do visto são inválidos.
O alerta do Consulado orienta os viajantes a usarem apenas o URL oficial do governo e avisa que os oficiais de imigração indianos não podem “regularizar” ou reembolsar pedidos feitos por plataformas não autorizadas. As companhias aéreas foram instruídas a exibir o link correto durante os anúncios de check-in para voos com destino à Índia que partem de São Paulo e Rio de Janeiro.
Empresas de gestão de viagens (TMCs) e corporações que enviam funcionários brasileiros para treinamentos ou conferências na Índia devem atualizar imediatamente suas FAQs de reserva, liberar o domínio oficial nos navegadores corporativos e bloquear os sites falsos no nível do firewall. As equipes de mobilidade também são aconselhadas a organizar checagens de visto pré-embarque para evitar recusas de embarque ou deportações na chegada.
O caso destaca o desafio global dos sites fraudulentos de vistos. Autoridades do Ministério das Relações Exteriores informam que uma unidade centralizada de remoção dentro do CERT-IN está trabalhando com a ICANN e registradores de domínios para suspender domínios semelhantes, mas reconhecem que novos clones continuam surgindo, tornando a educação constante dos viajantes essencial.