
A Bielorrússia tornou-se o mais recente país da Europa Oriental a atrair o mercado de turistas indianos. Em uma decisão aprovada pelo Conselho de Ministros em 14 de setembro e publicada em 17 de setembro de 2026, Minsk adicionou a Índia à sua nova plataforma de visto eletrônico, permitindo que portadores de passaporte indiano façam toda a solicitação online e recebam a autorização por e-mail. O e-visa cobre turismo, negócios, visitas médicas e familiares, eliminando a burocracia consular — incluindo cartas-convite — que antes desestimulava muitos viajantes.
O momento é estratégico. Autoridades bielorrussas confirmaram simultaneamente que a companhia aérea nacional Belavia está negociando voos diretos de Minsk para Mumbai e Goa. Embora as datas de lançamento dependam da aprovação dos acordos bilaterais de serviços aéreos, analistas do setor afirmam que um serviço com duas frequências semanais pode ser viável comercialmente, dado o aumento do fluxo de estudantes para universidades médicas da Europa Oriental e a crescente demanda de lazer na costa oeste da Índia.
Para os indianos, o e-visa complementa — mas não substitui — a entrada sem visto por 30 dias, disponível apenas via Aeroporto Nacional de Minsk para viajantes com visto Schengen ou da UE válido e comprovação de entrada prévia na Europa. O novo sistema abre as portas para viajantes sem histórico Schengen, ampliando o mercado para cidades indianas de nível 2, onde aspirantes a primeira viagem à Europa frequentemente enfrentam dificuldades para conseguir vagas no visto Schengen.
Impacto na mobilidade corporativa: empresas indianas de TI com centros de entrega na Polônia e Lituânia podem agora encaminhar funcionários via Minsk para reuniões regionais, aproveitando os custos geralmente mais baixos de hotéis e conferências. Contudo, as empresas devem observar que o e-visa atualmente permite apenas entrada única; viajantes frequentes podem preferir a categoria múltipla de negócios, processada via embaixada, até que o e-visa multientrada seja lançado.
Próximos passos: espera-se que o Ministério das Relações Exteriores da Bielorrússia divulgue a taxa do e-visa (rumores indicam cerca de US$ 60) e a data de lançamento do portal até o início de outubro. Gestores de viagens devem acompanhar possíveis falhas nos testes do sistema e garantir o cumprimento do requisito obrigatório de seguro saúde na Bielorrússia, que permanece válido mesmo para portadores do e-visa.
O momento é estratégico. Autoridades bielorrussas confirmaram simultaneamente que a companhia aérea nacional Belavia está negociando voos diretos de Minsk para Mumbai e Goa. Embora as datas de lançamento dependam da aprovação dos acordos bilaterais de serviços aéreos, analistas do setor afirmam que um serviço com duas frequências semanais pode ser viável comercialmente, dado o aumento do fluxo de estudantes para universidades médicas da Europa Oriental e a crescente demanda de lazer na costa oeste da Índia.
Para os indianos, o e-visa complementa — mas não substitui — a entrada sem visto por 30 dias, disponível apenas via Aeroporto Nacional de Minsk para viajantes com visto Schengen ou da UE válido e comprovação de entrada prévia na Europa. O novo sistema abre as portas para viajantes sem histórico Schengen, ampliando o mercado para cidades indianas de nível 2, onde aspirantes a primeira viagem à Europa frequentemente enfrentam dificuldades para conseguir vagas no visto Schengen.
Impacto na mobilidade corporativa: empresas indianas de TI com centros de entrega na Polônia e Lituânia podem agora encaminhar funcionários via Minsk para reuniões regionais, aproveitando os custos geralmente mais baixos de hotéis e conferências. Contudo, as empresas devem observar que o e-visa atualmente permite apenas entrada única; viajantes frequentes podem preferir a categoria múltipla de negócios, processada via embaixada, até que o e-visa multientrada seja lançado.
Próximos passos: espera-se que o Ministério das Relações Exteriores da Bielorrússia divulgue a taxa do e-visa (rumores indicam cerca de US$ 60) e a data de lançamento do portal até o início de outubro. Gestores de viagens devem acompanhar possíveis falhas nos testes do sistema e garantir o cumprimento do requisito obrigatório de seguro saúde na Bielorrússia, que permanece válido mesmo para portadores do e-visa.
Fonte: Outlook Traveller
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