
Dados divulgados nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, pelo Banco Central e compilados pelo Ministério do Turismo revelam que visitantes internacionais deixaram R$ 4,8 bilhões (US$ 932 milhões) no Brasil apenas em agosto – um aumento de 17% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado de janeiro a agosto, os gastos somaram R$ 38,7 bilhões, superando em 10% o recorde anterior e confirmando a retomada do turismo internacional pós-pandemia.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, atribui esse crescimento a três fatores principais: maior oferta de voos diretos, acordos de isenção de visto com mercados estratégicos como China e Japão, e as campanhas internacionais de promoção “Visit Brazil 2026”. O aumento da receita tem impacto direto em setores como hotelaria, aluguel de veículos, eventos e alimentação. Segundo a Confederação Nacional do Comércio, cada R$ 1 milhão extra gasto por estrangeiros gera 26 empregos diretos no setor de serviços.
No segmento corporativo, o turismo de negócios movimentou R$ 9,75 bilhões no período, 8,2% a mais que em 2025. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentram 62% dessas despesas, impulsionadas por eventos como a Abav Expo e os preparativos para a Copa Feminina FIFA 2027. Para as multinacionais que enviam equipes ao Brasil, essa tendência reforça a competitividade dos hubs de Guarulhos (GRU) e Galeão (GIG), onde a malha aérea internacional cresceu 11% no ano.
No cenário macroeconômico, a entrada de divisas contribui para reduzir a volatilidade cambial e ampliar o superávit da conta de viagens – indicador monitorado por investidores interessados em empreendimentos turísticos. Estados como Bahia, Rio Grande do Norte e Pará já anunciaram pacotes de incentivos fiscais para resorts, apostando na continuidade do ciclo positivo em 2027.
Para gestores de mobilidade global, os números indicam um ambiente favorável para programas de expatriação e eventos corporativos. A combinação de câmbio atrativo para estrangeiros e expansão da infraestrutura aérea tende a reduzir custos de viagem e flexibilizar políticas internas de gestão de viagens.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, atribui esse crescimento a três fatores principais: maior oferta de voos diretos, acordos de isenção de visto com mercados estratégicos como China e Japão, e as campanhas internacionais de promoção “Visit Brazil 2026”. O aumento da receita tem impacto direto em setores como hotelaria, aluguel de veículos, eventos e alimentação. Segundo a Confederação Nacional do Comércio, cada R$ 1 milhão extra gasto por estrangeiros gera 26 empregos diretos no setor de serviços.
No segmento corporativo, o turismo de negócios movimentou R$ 9,75 bilhões no período, 8,2% a mais que em 2025. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentram 62% dessas despesas, impulsionadas por eventos como a Abav Expo e os preparativos para a Copa Feminina FIFA 2027. Para as multinacionais que enviam equipes ao Brasil, essa tendência reforça a competitividade dos hubs de Guarulhos (GRU) e Galeão (GIG), onde a malha aérea internacional cresceu 11% no ano.
No cenário macroeconômico, a entrada de divisas contribui para reduzir a volatilidade cambial e ampliar o superávit da conta de viagens – indicador monitorado por investidores interessados em empreendimentos turísticos. Estados como Bahia, Rio Grande do Norte e Pará já anunciaram pacotes de incentivos fiscais para resorts, apostando na continuidade do ciclo positivo em 2027.
Para gestores de mobilidade global, os números indicam um ambiente favorável para programas de expatriação e eventos corporativos. A combinação de câmbio atrativo para estrangeiros e expansão da infraestrutura aérea tende a reduzir custos de viagem e flexibilizar políticas internas de gestão de viagens.
Fonte: Brasilturis
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