
A Guarda de Fronteira de Podlaski divulgou um relatório de incidentes em 28 de setembro, detalhando várias ações de fiscalização em pontos de controle temporários em Budzisko e Ogrodniki durante o fim de semana anterior (25 a 27 de setembro). Os agentes detiveram três pessoas procuradas por mandados de prisão, emitiram duas ordens de retorno para estrangeiros e identificaram duas carteiras de motorista falsas — uma letã e outra ucraniana. Entre os sancionados estavam dois cidadãos colombianos: um que ultrapassou o limite de 90/180 dias de permanência sem visto na Área Schengen, e outro que exerceu trabalho ilegal. Ambos receberam decisões administrativas obrigando-os a deixar a Polônia, com proibição de reentrada na Área Schengen por cinco anos.
A operação evidencia o foco intensificado da Polônia, pós-pandemia, no cumprimento das regras na fronteira com a Lituânia, que antes era aberta e passou a ter controles temporários em abril do ano passado. Comandantes da Guarda de Fronteira alertam para o aumento de documentos falsificados da UE apresentados por nacionais de países terceiros em trânsito pelos Estados Bálticos, o que tem levado a uma fiscalização mais rigorosa em ônibus, vans e carros particulares.
Para as equipes de RH que transferem funcionários entre escritórios nos países bálticos, a mensagem é clara: é fundamental que os viajantes portem passaportes originais, autorizações de residência válidas e contratos de trabalho. A falta desses documentos pode resultar em ordens imediatas de deportação e multas corporativas. Operadores logísticos também devem esperar eventuais atrasos, já que faixas de tráfego misto podem ser fechadas para inspeções mais detalhadas.
Consultores jurídicos destacam que o caso dos colombianos confirma o regulamento polonês de agosto, que proíbe cidadãos da Geórgia, Colômbia e Venezuela de exercer trabalho durante estadias sem visto. Os empregadores precisam garantir que esses nacionais obtenham permissões de trabalho adequadas ou cartões ICT válidos para toda a UE antes de serem enviados à Polônia.
A operação evidencia o foco intensificado da Polônia, pós-pandemia, no cumprimento das regras na fronteira com a Lituânia, que antes era aberta e passou a ter controles temporários em abril do ano passado. Comandantes da Guarda de Fronteira alertam para o aumento de documentos falsificados da UE apresentados por nacionais de países terceiros em trânsito pelos Estados Bálticos, o que tem levado a uma fiscalização mais rigorosa em ônibus, vans e carros particulares.
Para as equipes de RH que transferem funcionários entre escritórios nos países bálticos, a mensagem é clara: é fundamental que os viajantes portem passaportes originais, autorizações de residência válidas e contratos de trabalho. A falta desses documentos pode resultar em ordens imediatas de deportação e multas corporativas. Operadores logísticos também devem esperar eventuais atrasos, já que faixas de tráfego misto podem ser fechadas para inspeções mais detalhadas.
Consultores jurídicos destacam que o caso dos colombianos confirma o regulamento polonês de agosto, que proíbe cidadãos da Geórgia, Colômbia e Venezuela de exercer trabalho durante estadias sem visto. Os empregadores precisam garantir que esses nacionais obtenham permissões de trabalho adequadas ou cartões ICT válidos para toda a UE antes de serem enviados à Polônia.
Fonte: Podlaski Border Guard
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