
A Polícia Federal (PF) do Brasil divulgou mais de 20 novos avisos em seu portal da Lei de Migração entre a noite de 22 e a manhã de 23 de outubro de 2026. As publicações incluem processos iniciais, decisões finais e prazos para recursos de estrangeiros que enfrentam perda de residência, multas ou expulsão com base na Lei 13.445/2017 e no Decreto 9.199/2017. Entre os citados estão cidadãos da Itália, Polônia, China, Paraguai e Chile, que supostamente permaneceram no exterior por mais de dois anos, não renovaram documentos ou acumularam condenações criminais. Os afetados têm agora dez dias para contestar as decisões; caso contrário, os vistos serão cancelados e, em alguns casos, as ordens de deportação serão cumpridas.
Esse aumento nas publicações ocorre após uma auditoria interna da PF, concluída em setembro, que apontou um crescimento de 34% nos casos de infrações migratórias não resolvidas desde 2024. Fontes da Diretoria de Migração informam que a agência dobrou o número de funcionários responsáveis pelas notificações digitais e está testando ferramentas de inteligência artificial para cruzar registros de entrada e saída com bancos de dados de residência.
Para multinacionais com expatriados no Brasil, a mensagem é clara: mantenham um histórico detalhado das viagens e garantam que os funcionários permaneçam pelo menos 50% de cada biênio fisicamente no país, salvo em casos de ausência autorizada. As empresas também devem acompanhar diariamente os avisos da PF; a falta de recurso dentro do curto prazo legal elimina qualquer possibilidade administrativa e pode acarretar consequências imediatas quanto à residência fiscal. Advogados especializados em imigração esperam mais notificações em massa nas próximas semanas, enquanto a PF trabalha para reduzir o acúmulo antes do fim do ano. As companhias devem revisar os poderes de procuração: os protocolos eletrônicos em nome de estrangeiros agora devem ser feitos pelo portal atualizado NUMIG, que exige assinatura digital verificada pelo gov.br.
Esse aumento nas publicações ocorre após uma auditoria interna da PF, concluída em setembro, que apontou um crescimento de 34% nos casos de infrações migratórias não resolvidas desde 2024. Fontes da Diretoria de Migração informam que a agência dobrou o número de funcionários responsáveis pelas notificações digitais e está testando ferramentas de inteligência artificial para cruzar registros de entrada e saída com bancos de dados de residência.
Para multinacionais com expatriados no Brasil, a mensagem é clara: mantenham um histórico detalhado das viagens e garantam que os funcionários permaneçam pelo menos 50% de cada biênio fisicamente no país, salvo em casos de ausência autorizada. As empresas também devem acompanhar diariamente os avisos da PF; a falta de recurso dentro do curto prazo legal elimina qualquer possibilidade administrativa e pode acarretar consequências imediatas quanto à residência fiscal. Advogados especializados em imigração esperam mais notificações em massa nas próximas semanas, enquanto a PF trabalha para reduzir o acúmulo antes do fim do ano. As companhias devem revisar os poderes de procuração: os protocolos eletrônicos em nome de estrangeiros agora devem ser feitos pelo portal atualizado NUMIG, que exige assinatura digital verificada pelo gov.br.
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