
Em uma sessão realizada na noite de 12 de novembro de 2025, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados aprovou por 21 votos a 5 o Projeto de Decreto Legislativo 206/2023, que revoga a reimposição, feita pelo governo Lula em abril, da exigência de visto de visitante para cidadãos dos Estados Unidos, Canadá e Austrália.
Contexto – Em 2019, o Brasil havia concedido estadias sem visto de até 90 dias para essas três nacionalidades, numa tentativa de estimular o turismo e viagens corporativas. A isenção foi cancelada em 10 de abril de 2025, sob o argumento de reciprocidade, obrigando os viajantes a obter um e-visto com custo aproximado de US$ 80. Dados apresentados na audiência da comissão indicaram que as reservas antecipadas da América do Norte e Oceania caíram até 27% após o anúncio, gerando forte pressão de companhias aéreas, redes hoteleiras e órgãos estaduais de turismo.
O que o projeto prevê – Se aprovado, o decreto restabelece imediatamente a entrada sem visto para viagens de turismo e negócios, com possibilidade de renovação uma vez, totalizando até 180 dias em um período de 12 meses. O relator Marcel van Hattem destacou que a isenção anterior atraiu cerca de 80 mil visitantes adicionais e gerou R$ 328 milhões (US$ 65 milhões) em gastos locais em dez meses. O projeto segue agora para a influente Comissão de Constituição e Justiça antes de ir a votação no plenário das duas casas, onde os apoiadores esperam aprová-lo antes do início da alta temporada de verão, em dezembro.
Impactos para os negócios – Gestores de mobilidade global comemoraram a notícia, afirmando que a medida eliminará burocracias para visitas executivas de última hora e missões técnicas de curto prazo. A empresa de gestão de viagens CWT estima que as corporações economizaram cerca de US$ 200 por viagem durante o período da isenção, considerando taxas de courier e tempo de processamento. Companhias aéreas que operam voos do Brasil para Miami, Houston, Toronto e Sydney já começaram a preparar campanhas promocionais baseadas em um “verão sem visto”.
Orientações práticas – Até a aprovação definitiva do projeto, cidadãos dos EUA, Canadá e Austrália devem continuar obtendo o e-visto antes da viagem. As equipes de mobilidade devem manter um prazo de cinco dias úteis para o processamento e garantir que os viajantes tenham a aprovação do visto impressa no embarque. Caso a lei seja aprovada, as empresas devem atualizar seus processos de aprovação de viagens e revisar as orientações internas para refletir a retomada da isenção.
Contexto – Em 2019, o Brasil havia concedido estadias sem visto de até 90 dias para essas três nacionalidades, numa tentativa de estimular o turismo e viagens corporativas. A isenção foi cancelada em 10 de abril de 2025, sob o argumento de reciprocidade, obrigando os viajantes a obter um e-visto com custo aproximado de US$ 80. Dados apresentados na audiência da comissão indicaram que as reservas antecipadas da América do Norte e Oceania caíram até 27% após o anúncio, gerando forte pressão de companhias aéreas, redes hoteleiras e órgãos estaduais de turismo.
O que o projeto prevê – Se aprovado, o decreto restabelece imediatamente a entrada sem visto para viagens de turismo e negócios, com possibilidade de renovação uma vez, totalizando até 180 dias em um período de 12 meses. O relator Marcel van Hattem destacou que a isenção anterior atraiu cerca de 80 mil visitantes adicionais e gerou R$ 328 milhões (US$ 65 milhões) em gastos locais em dez meses. O projeto segue agora para a influente Comissão de Constituição e Justiça antes de ir a votação no plenário das duas casas, onde os apoiadores esperam aprová-lo antes do início da alta temporada de verão, em dezembro.
Impactos para os negócios – Gestores de mobilidade global comemoraram a notícia, afirmando que a medida eliminará burocracias para visitas executivas de última hora e missões técnicas de curto prazo. A empresa de gestão de viagens CWT estima que as corporações economizaram cerca de US$ 200 por viagem durante o período da isenção, considerando taxas de courier e tempo de processamento. Companhias aéreas que operam voos do Brasil para Miami, Houston, Toronto e Sydney já começaram a preparar campanhas promocionais baseadas em um “verão sem visto”.
Orientações práticas – Até a aprovação definitiva do projeto, cidadãos dos EUA, Canadá e Austrália devem continuar obtendo o e-visto antes da viagem. As equipes de mobilidade devem manter um prazo de cinco dias úteis para o processamento e garantir que os viajantes tenham a aprovação do visto impressa no embarque. Caso a lei seja aprovada, as empresas devem atualizar seus processos de aprovação de viagens e revisar as orientações internas para refletir a retomada da isenção.