
O experimento da era Biden de priorizar vistos para eventos esportivos globais está agora sendo ampliado de forma significativa para a primeira Copa do Mundo masculina da FIFA na América do Norte com 48 seleções.
No dia 17 de novembro, a Casa Branca anunciou uma fila exclusiva que permitirá a qualquer pessoa com ingresso válido para uma partida agendar a próxima entrevista disponível para visto de não-imigrante, pulando à frente da fila geral, que em alguns países ainda chega a 200 dias ou mais de espera. O Secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o Departamento já deslocou 400 oficiais consulares adicionais para postos de alta demanda, como Brasil, Argentina e Nigéria, reduzindo o tempo médio de espera para menos de 60 dias.
As autoridades garantem que o processo acelerado não comprometerá a segurança. Todos os candidatos ainda precisarão passar por coleta biométrica e verificação em listas de vigilância, mas os chefes consulares poderão dispensar entrevistas para viajantes frequentes aos EUA com histórico limpo. A FIFA, que espera entre 5 e 10 milhões de visitantes estrangeiros entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, enviará instruções detalhadas por e-mail no início do próximo ano.
A política também tem um objetivo econômico. O Departamento de Comércio projeta US$ 30 bilhões em gastos de visitantes e 200 mil empregos temporários relacionados ao torneio. Cidades como Kansas City e Atlanta já reservaram recursos para eventos de divulgação consular e centros temporários de inscrição para o programa Mobile Passport Control da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP).
Para gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: funcionários e clientes que viajam a negócios relacionados à Copa do Mundo — ou simplesmente para assistir aos jogos — devem garantir seus ingressos agora para aproveitar as vagas prioritárias nas entrevistas. Empresas com grande número de colaboradores latino-americanos tendem a ser as mais beneficiadas, já que vários dos principais países emissores são também centros de grande interesse para a Copa, onde as filas para vistos historicamente são as mais longas.
No dia 17 de novembro, a Casa Branca anunciou uma fila exclusiva que permitirá a qualquer pessoa com ingresso válido para uma partida agendar a próxima entrevista disponível para visto de não-imigrante, pulando à frente da fila geral, que em alguns países ainda chega a 200 dias ou mais de espera. O Secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o Departamento já deslocou 400 oficiais consulares adicionais para postos de alta demanda, como Brasil, Argentina e Nigéria, reduzindo o tempo médio de espera para menos de 60 dias.
As autoridades garantem que o processo acelerado não comprometerá a segurança. Todos os candidatos ainda precisarão passar por coleta biométrica e verificação em listas de vigilância, mas os chefes consulares poderão dispensar entrevistas para viajantes frequentes aos EUA com histórico limpo. A FIFA, que espera entre 5 e 10 milhões de visitantes estrangeiros entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, enviará instruções detalhadas por e-mail no início do próximo ano.
A política também tem um objetivo econômico. O Departamento de Comércio projeta US$ 30 bilhões em gastos de visitantes e 200 mil empregos temporários relacionados ao torneio. Cidades como Kansas City e Atlanta já reservaram recursos para eventos de divulgação consular e centros temporários de inscrição para o programa Mobile Passport Control da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP).
Para gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: funcionários e clientes que viajam a negócios relacionados à Copa do Mundo — ou simplesmente para assistir aos jogos — devem garantir seus ingressos agora para aproveitar as vagas prioritárias nas entrevistas. Empresas com grande número de colaboradores latino-americanos tendem a ser as mais beneficiadas, já que vários dos principais países emissores são também centros de grande interesse para a Copa, onde as filas para vistos historicamente são as mais longas.
Fonte: Reuters