
O Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) do Paraná, com o apoio de unidades federais e da polícia civil, anunciou em 24 de novembro que uma blitz de três dias em rodovias estratégicas e pontos rurais de passagem retirou das organizações criminosas mercadorias avaliadas em mais de R$ 10,9 milhões. A operação — parte do programa nacional ‘Protetor de Divisas e Fronteiras’ — concentrou-se na região da tríplice fronteira de Foz do Iguaçu e no corredor da BR-163, rotas estratégicas para o tráfico de drogas e contrabando de produtos falsificados.
As equipes apreenderam diversos veículos carregados com maconha de alta qualidade, aparelhos eletrônicos e dinheiro não declarado, além de prender vários suspeitos ligados a redes de tráfico transfronteiriço. Embora as apreensões tenham ocorrido entre 20 e 22 de junho, as autoridades divulgaram os resultados consolidados esta semana para sinalizar o aumento da fiscalização na preparação para o pico de viagens do Natal, quando o fluxo de veículos de passageiros costuma dobrar.
Para as empresas que deslocam técnicos e equipes de vendas pelos portões de Itaipu e Ciudad del Este, a mensagem é clara: preparem-se para inspeções mais rigorosas, filas maiores e escaneamentos de bagagem mais frequentes. Provedores logísticos já relatam tempos de liberação de três a quatro horas para caminhões aduaneirados, contra as habituais 90 minutos.
A operação está alinhada ao Programa Integrado de Proteção de Fronteiras (PPIF) do Brasil, que pretende integrar inteligência aduaneira, inspeções sanitárias da ANVISA e dados de vigilância aérea da ANAC em uma única plataforma até 2027. As apreensões bem-sucedidas devem fortalecer o argumento para ampliar as faixas de ‘viajantes confiáveis’ e as instalações de pré-liberação nos lados paraguaio e argentino — uma pauta acompanhada de perto por fabricantes multinacionais que atuam na região.
Gestores de mobilidade devem orientar os colaboradores para que carreguem passaportes originais (não apenas carteiras de identidade), reservem tempo extra para o trânsito e garantam que qualquer equipamento de trabalho — drones, laptops especializados, amostras biotecnológicas — possua a documentação correta de importação temporária para evitar apreensões ou multas.
As equipes apreenderam diversos veículos carregados com maconha de alta qualidade, aparelhos eletrônicos e dinheiro não declarado, além de prender vários suspeitos ligados a redes de tráfico transfronteiriço. Embora as apreensões tenham ocorrido entre 20 e 22 de junho, as autoridades divulgaram os resultados consolidados esta semana para sinalizar o aumento da fiscalização na preparação para o pico de viagens do Natal, quando o fluxo de veículos de passageiros costuma dobrar.
Para as empresas que deslocam técnicos e equipes de vendas pelos portões de Itaipu e Ciudad del Este, a mensagem é clara: preparem-se para inspeções mais rigorosas, filas maiores e escaneamentos de bagagem mais frequentes. Provedores logísticos já relatam tempos de liberação de três a quatro horas para caminhões aduaneirados, contra as habituais 90 minutos.
A operação está alinhada ao Programa Integrado de Proteção de Fronteiras (PPIF) do Brasil, que pretende integrar inteligência aduaneira, inspeções sanitárias da ANVISA e dados de vigilância aérea da ANAC em uma única plataforma até 2027. As apreensões bem-sucedidas devem fortalecer o argumento para ampliar as faixas de ‘viajantes confiáveis’ e as instalações de pré-liberação nos lados paraguaio e argentino — uma pauta acompanhada de perto por fabricantes multinacionais que atuam na região.
Gestores de mobilidade devem orientar os colaboradores para que carreguem passaportes originais (não apenas carteiras de identidade), reservem tempo extra para o trânsito e garantam que qualquer equipamento de trabalho — drones, laptops especializados, amostras biotecnológicas — possua a documentação correta de importação temporária para evitar apreensões ou multas.
Fonte: Bem Paraná