
Uma greve nacional na Bélgica, em 26 de novembro, obrigou o Aeroporto de Bruxelas a cancelar todos os voos de saída, enquanto os serviços de trem e metrô foram severamente reduzidos. A paralisação ocorre poucas semanas antes do lançamento, pela Aegean Airlines, de uma rota subsidiada publicamente entre Larnaca e Bruxelas, que atenderá autoridades durante a Presidência do Conselho da UE pela Chipre. Para os viajantes de negócios cipriotas já com reservas para Bruxelas via Atenas ou Viena, a paralisação de quarta-feira resultou em perda das conexões Schengen e longos desvios.
A Hermes Airports confirmou que três voos de partida de Larnaca com destino a Bruxelas — operados em codeshare pela Aegean — foram cancelados, afetando cerca de 480 passageiros, incluindo delegados que se dirigiam a reuniões preparatórias da presidência da UE. Empresas de gestão de viagens relataram que clientes tiveram que arcar com noites extras de hotel em Atenas e Milão, além de alertarem para problemas na escala de tripulações da Cyprus Airways, que aluga aeronaves que pernoitam em Bruxelas.
Segundo as regras do EU261, os passageiros podem solicitar refeições e acomodação, mas não indenização, pois greves são consideradas “circunstâncias extraordinárias”. Gestores de mobilidade devem revisar as políticas de duty of care, já que nova greve belga está prevista para meados de dezembro. O episódio é um alerta precoce de que a próxima presidência cipriota, com duração de seis meses, dependerá de conexões aéreas resilientes com a capital da UE; autoridades pressionam Aegean e Wizz Air por voos charter de contingência.
Além da interrupção imediata, a greve evidencia a vulnerabilidade do acesso aéreo único de Chipre a Bruxelas. O Ministério dos Transportes estuda uma licitação de serviço público para voos Paphos-Charleroi três vezes por semana, a fim de diversificar riscos e garantir que servidores públicos cipriotas possam chegar às instituições da UE mesmo durante greves em Zaventem.
A Hermes Airports confirmou que três voos de partida de Larnaca com destino a Bruxelas — operados em codeshare pela Aegean — foram cancelados, afetando cerca de 480 passageiros, incluindo delegados que se dirigiam a reuniões preparatórias da presidência da UE. Empresas de gestão de viagens relataram que clientes tiveram que arcar com noites extras de hotel em Atenas e Milão, além de alertarem para problemas na escala de tripulações da Cyprus Airways, que aluga aeronaves que pernoitam em Bruxelas.
Segundo as regras do EU261, os passageiros podem solicitar refeições e acomodação, mas não indenização, pois greves são consideradas “circunstâncias extraordinárias”. Gestores de mobilidade devem revisar as políticas de duty of care, já que nova greve belga está prevista para meados de dezembro. O episódio é um alerta precoce de que a próxima presidência cipriota, com duração de seis meses, dependerá de conexões aéreas resilientes com a capital da UE; autoridades pressionam Aegean e Wizz Air por voos charter de contingência.
Além da interrupção imediata, a greve evidencia a vulnerabilidade do acesso aéreo único de Chipre a Bruxelas. O Ministério dos Transportes estuda uma licitação de serviço público para voos Paphos-Charleroi três vezes por semana, a fim de diversificar riscos e garantir que servidores públicos cipriotas possam chegar às instituições da UE mesmo durante greves em Zaventem.
Fonte: Reuters
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