
A companhia aérea bandeira Air China lançou seu novo ecossistema “Air China+” em Pequim no dia 5 de dezembro, oferecendo aos passageiros um conjunto integrado de serviços de aviação, automotivos e estilo de vida, sustentados por ativos digitais baseados em blockchain.
Principais novidades – O programa de fidelidade PhoenixMiles da companhia, que está em seu 31º ano, passará a emitir tokens não fungíveis (NFTs) em edição limitada, que representam segmentos qualificatórios de status, vouchers para lounges e cupons para upgrade de assento. Membros que voarem em rotas domésticas e internacionais selecionadas, todos os sábados de dezembro, receberão NFTs “Phoenix Feathers” negociáveis, que poderão ser resgatados ou vendidos em um marketplace piloto dentro do aplicativo da Air China.
Parcerias intersetoriais – A Air China firmou acordos “aviação + automotivo” com FAW-Volkswagen e Li Auto, permitindo que clientes que adquirirem veículos selecionados pela plataforma da companhia acumulem até 100.000 milhas bônus, equivalentes a uma viagem de ida e volta em classe econômica de Pequim a Sydney. Parcerias adicionais com o grupo hoteleiro Huazhu e o gigante do e-commerce JD.com serão lançadas no primeiro trimestre de 2026.
Relevância para mobilidade – Para gestores de mobilidade corporativa, essa iniciativa indica uma tendência de superapps liderados por companhias aéreas, que reúnem transporte terrestre, hospedagem e até posse de veículos em uma única carteira de fidelidade. O componente de ativos digitais também pode gerar novas questões relacionadas à segurança dos ativos e benefícios tributáveis para funcionários expatriados.
Aspecto regulatório – A Administração de Aviação Civil da China (CAAC) tem adotado uma postura permissiva em relação a pontos de fidelidade tokenizados, desde que os dados estejam em blockchains aprovados pelo Estado. Analistas esperam que China Eastern e China Southern lancem ecossistemas semelhantes antes do pico de viagens do Festival da Primavera.
Principais novidades – O programa de fidelidade PhoenixMiles da companhia, que está em seu 31º ano, passará a emitir tokens não fungíveis (NFTs) em edição limitada, que representam segmentos qualificatórios de status, vouchers para lounges e cupons para upgrade de assento. Membros que voarem em rotas domésticas e internacionais selecionadas, todos os sábados de dezembro, receberão NFTs “Phoenix Feathers” negociáveis, que poderão ser resgatados ou vendidos em um marketplace piloto dentro do aplicativo da Air China.
Parcerias intersetoriais – A Air China firmou acordos “aviação + automotivo” com FAW-Volkswagen e Li Auto, permitindo que clientes que adquirirem veículos selecionados pela plataforma da companhia acumulem até 100.000 milhas bônus, equivalentes a uma viagem de ida e volta em classe econômica de Pequim a Sydney. Parcerias adicionais com o grupo hoteleiro Huazhu e o gigante do e-commerce JD.com serão lançadas no primeiro trimestre de 2026.
Relevância para mobilidade – Para gestores de mobilidade corporativa, essa iniciativa indica uma tendência de superapps liderados por companhias aéreas, que reúnem transporte terrestre, hospedagem e até posse de veículos em uma única carteira de fidelidade. O componente de ativos digitais também pode gerar novas questões relacionadas à segurança dos ativos e benefícios tributáveis para funcionários expatriados.
Aspecto regulatório – A Administração de Aviação Civil da China (CAAC) tem adotado uma postura permissiva em relação a pontos de fidelidade tokenizados, desde que os dados estejam em blockchains aprovados pelo Estado. Analistas esperam que China Eastern e China Southern lancem ecossistemas semelhantes antes do pico de viagens do Festival da Primavera.
Fonte: China Daily
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