
A publicação especializada em turismo Travel & Tour World informa que o Brasil concordou informalmente em adotar regimes de isenção de visto já vigentes no Equador e no Suriname, formando um “corredor de viagem amigável à China” na região norte da América do Sul. Embora o decreto final brasileiro ainda não tenha sido publicado, autoridades citadas pela revista afirmam que o anúncio será feito durante a visita do presidente Lula a Pequim, prevista para o primeiro trimestre de 2026.
O Equador eliminou a exigência de visto para portadores de passaporte chinês em 2016, seguido pelo Suriname em 2019, e ambos os países registraram um aumento de visitantes na casa dos três dígitos em até dois anos. Os formuladores de políticas brasileiros analisaram esses resultados e concluíram que os riscos de permanência irregular são controláveis quando as chegadas são feitas por meio de operadores turísticos credenciados. Segundo as regras preliminares, os visitantes chineses poderão permanecer até 30 dias por entrada, com possibilidade de renovação por mais 30 dias.
A notícia é bem recebida por redes hoteleiras que atuam na bacia amazônica e por empresas de cruzeiros fluviais que planejam oferecer roteiros multi-países. Companhias aéreas regionais, como Azul e Sky Airline, já começaram a explorar acordos de codeshare que facilitem a chegada de grupos chineses em Belém ou Manaus, com conexões para Galápagos ou Paramaribo.
Para multinacionais, as implicações vão além do turismo de lazer. Um regime de isenção de visto para entrada única, abrangendo três jurisdições, simplificará o planejamento de engenheiros, auditores e especialistas em cadeia de suprimentos que frequentemente viajam entre instalações no Brasil, Equador e Suriname. As equipes de mobilidade devem mapear projetos existentes que possam se beneficiar da simplificação nas fronteiras e reavaliar os orçamentos de diárias, já que destinos que competem pelo gasto chinês podem aumentar os preços.
Consultores de imigração alertam que detalhes da implementação — como comprovação aceitável de viagem de retorno ou exigências de seguro saúde — ainda não foram divulgados. Até que o decreto seja assinado e publicado no Diário Oficial da União, os cidadãos chineses devem continuar solicitando o visto eletrônico (e-visa) para o Brasil.
O Equador eliminou a exigência de visto para portadores de passaporte chinês em 2016, seguido pelo Suriname em 2019, e ambos os países registraram um aumento de visitantes na casa dos três dígitos em até dois anos. Os formuladores de políticas brasileiros analisaram esses resultados e concluíram que os riscos de permanência irregular são controláveis quando as chegadas são feitas por meio de operadores turísticos credenciados. Segundo as regras preliminares, os visitantes chineses poderão permanecer até 30 dias por entrada, com possibilidade de renovação por mais 30 dias.
A notícia é bem recebida por redes hoteleiras que atuam na bacia amazônica e por empresas de cruzeiros fluviais que planejam oferecer roteiros multi-países. Companhias aéreas regionais, como Azul e Sky Airline, já começaram a explorar acordos de codeshare que facilitem a chegada de grupos chineses em Belém ou Manaus, com conexões para Galápagos ou Paramaribo.
Para multinacionais, as implicações vão além do turismo de lazer. Um regime de isenção de visto para entrada única, abrangendo três jurisdições, simplificará o planejamento de engenheiros, auditores e especialistas em cadeia de suprimentos que frequentemente viajam entre instalações no Brasil, Equador e Suriname. As equipes de mobilidade devem mapear projetos existentes que possam se beneficiar da simplificação nas fronteiras e reavaliar os orçamentos de diárias, já que destinos que competem pelo gasto chinês podem aumentar os preços.
Consultores de imigração alertam que detalhes da implementação — como comprovação aceitável de viagem de retorno ou exigências de seguro saúde — ainda não foram divulgados. Até que o decreto seja assinado e publicado no Diário Oficial da União, os cidadãos chineses devem continuar solicitando o visto eletrônico (e-visa) para o Brasil.
Fonte: Travel and Tour World
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