
O Conselho de Ministros da Itália aprovou um decreto de emergência no final do dia 29 de dezembro que, entre outras medidas, estende automaticamente todas as autorizações de residência de cidadãos ucranianos até 31 de dezembro de 2026. As permissões — inicialmente concedidas sob a Diretiva de Proteção Temporária da UE em março de 2022 — estavam previstas para expirar em março de 2026. A renovação acompanha a decisão da Itália de prolongar o apoio militar e humanitário a Kiev.
Para os cerca de 175 mil ucranianos atualmente vivendo na Itália, isso elimina o risco imediato de perda do status, garantindo acesso contínuo ao emprego, saúde e educação. Os empregadores também se beneficiam: funcionários contratados com permissões de proteção temporária podem permanecer na folha de pagamento sem a necessidade de novas solicitações de patrocínio, evitando o gargalo dos vistos de trabalho com cotas limitadas.
O decreto orienta as delegacias de polícia (Questure) a emitirem carteiras de residência digitais em substituição às permissões em papel, alinhando-se à iniciativa da UE pela uniformização biométrica. Os titulares receberão notificações por mensagem de texto quando as novas carteiras estiverem prontas, eliminando a necessidade de novas solicitações ou envio de kits postais.
Gestores de mobilidade com colaboradores ucranianos devem verificar as datas de validade e atualizar os arquivos de RH assim que as carteiras digitais forem entregues. O Ministério do Interior deve publicar uma circular operacional em janeiro detalhando a logística da renovação e a interação com os pedidos pendentes de residência de longo prazo na UE.
Ao unir proteção humanitária ao acesso ao mercado de trabalho, a Itália reforça uma abordagem pragmática: manter refugiados legalmente empregados para compensar o declínio demográfico, ao mesmo tempo em que mantém a solidariedade com a Ucrânia. Esse modelo pode influenciar debates políticos à medida que outros países da UE avaliam estratégias de saída da proteção temporária em 2026.
Para os cerca de 175 mil ucranianos atualmente vivendo na Itália, isso elimina o risco imediato de perda do status, garantindo acesso contínuo ao emprego, saúde e educação. Os empregadores também se beneficiam: funcionários contratados com permissões de proteção temporária podem permanecer na folha de pagamento sem a necessidade de novas solicitações de patrocínio, evitando o gargalo dos vistos de trabalho com cotas limitadas.
O decreto orienta as delegacias de polícia (Questure) a emitirem carteiras de residência digitais em substituição às permissões em papel, alinhando-se à iniciativa da UE pela uniformização biométrica. Os titulares receberão notificações por mensagem de texto quando as novas carteiras estiverem prontas, eliminando a necessidade de novas solicitações ou envio de kits postais.
Gestores de mobilidade com colaboradores ucranianos devem verificar as datas de validade e atualizar os arquivos de RH assim que as carteiras digitais forem entregues. O Ministério do Interior deve publicar uma circular operacional em janeiro detalhando a logística da renovação e a interação com os pedidos pendentes de residência de longo prazo na UE.
Ao unir proteção humanitária ao acesso ao mercado de trabalho, a Itália reforça uma abordagem pragmática: manter refugiados legalmente empregados para compensar o declínio demográfico, ao mesmo tempo em que mantém a solidariedade com a Ucrânia. Esse modelo pode influenciar debates políticos à medida que outros países da UE avaliam estratégias de saída da proteção temporária em 2026.
Fonte: MySolution
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