
O parlamento da Irlanda retomou as atividades em 13 de janeiro, com a reforma da migração e do asilo dominando a pauta legislativa. O Ministro da Justiça, Jim O’Callaghan, deve apresentar o recém-publicado Projeto de Lei de Proteção Internacional 2026 para debate na segunda fase, enquanto os ministros informaram os deputados sobre prioridades paralelas em habitação e comércio.
Os líderes do governo confirmaram que o projeto terá prioridade na agenda, em cumprimento ao prazo da UE para transpor o Pacto de Migração e Asilo até 12 de junho. Os partidos de oposição sinalizaram uma análise rigorosa das disposições sobre reunificação familiar e retornos acelerados, mas reconheceram a necessidade de resolver o acúmulo de processos pendentes.
Além do asilo, a sessão vai discutir medidas para destravar a oferta de habitação — fundamental para a integração dos recém-chegados — e para ratificar ou rejeitar o polêmico acordo comercial UE-Mercosul. Com a Irlanda assumindo a presidência rotativa do Conselho da UE na segunda metade de 2026, autoridades afirmam que entregar um marco migratório “crível e reformado” antes disso é essencial para obter influência diplomática.
Para os envolvidos em mobilidade, o cronograma parlamentar oferece um roteiro: espera-se que as emendas na fase de comissões ocorram em fevereiro, o relatório final em abril e a aprovação definitiva em maio, caso a coalizão se mantenha. Equipes de RH e mobilidade global devem planejar rapidamente suas contribuições e acompanhar possíveis alterações tardias nas regras de autorização de trabalho ou familiares.
Grupos do setor também pressionam por clareza sobre o Plano de Permissões de Trabalho e a legislação de limite de passageiros para o Aeroporto de Dublin, ambos passíveis de serem reintroduzidos ainda neste mandato. O governo indicou que a capacidade da aviação e o acesso ao mercado de trabalho serão tratados como pilares interligados de sua agenda mais ampla de competitividade.
Os líderes do governo confirmaram que o projeto terá prioridade na agenda, em cumprimento ao prazo da UE para transpor o Pacto de Migração e Asilo até 12 de junho. Os partidos de oposição sinalizaram uma análise rigorosa das disposições sobre reunificação familiar e retornos acelerados, mas reconheceram a necessidade de resolver o acúmulo de processos pendentes.
Além do asilo, a sessão vai discutir medidas para destravar a oferta de habitação — fundamental para a integração dos recém-chegados — e para ratificar ou rejeitar o polêmico acordo comercial UE-Mercosul. Com a Irlanda assumindo a presidência rotativa do Conselho da UE na segunda metade de 2026, autoridades afirmam que entregar um marco migratório “crível e reformado” antes disso é essencial para obter influência diplomática.
Para os envolvidos em mobilidade, o cronograma parlamentar oferece um roteiro: espera-se que as emendas na fase de comissões ocorram em fevereiro, o relatório final em abril e a aprovação definitiva em maio, caso a coalizão se mantenha. Equipes de RH e mobilidade global devem planejar rapidamente suas contribuições e acompanhar possíveis alterações tardias nas regras de autorização de trabalho ou familiares.
Grupos do setor também pressionam por clareza sobre o Plano de Permissões de Trabalho e a legislação de limite de passageiros para o Aeroporto de Dublin, ambos passíveis de serem reintroduzidos ainda neste mandato. O governo indicou que a capacidade da aviação e o acesso ao mercado de trabalho serão tratados como pilares interligados de sua agenda mais ampla de competitividade.
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