
O Ministério do Turismo do Brasil e a South African Airways já colhem os primeiros frutos do acordo mútuo de isenção de visto para 2024, com a revista sul-africana Getaway reportando reservas recordes para o verão austral de 2026. A capacidade de assentos nas rotas Joanesburgo-São Paulo e Joanesburgo-Rio dobrou graças à expansão do A350 da LATAM e ao retorno das aeronaves wide-body da SAA, enquanto os codeshares da GOL direcionam viajantes para mais de 20 destinos domésticos.
Além do turismo de lazer, a conectividade aprimorada já beneficia a mobilidade corporativa. Engenheiros de serviços de mineração, consultores de agrotecnologia e empreendedores de fintech — setores-chave que conectam os parceiros do BRICS — agora desfrutam de 90 dias de isenção de visto na chegada, prorrogáveis para até 180 dias por ano-calendário. Empresas que operam com rotações de projetos relatam economia de até duas semanas no tempo de antecedência em comparação com os procedimentos anteriores à isenção.
Desafios na gestão de viagens ainda persistem. A ocupação hoteleira no Rio e em São Paulo ultrapassa 85% nos meses de pico, elevando as tarifas corporativas médias em 12% ano a ano. As empresas estão reservando blocos com antecedência e impondo limites de preços dinâmicos para proteger os orçamentos.
Para estadias mais longas, consultores de imigração alertam que a conversão para o visto local VITEM V ainda exige comprovação de contrato de trabalho e salário mínimo de pelo menos o dobro do novo salário mínimo (R$ 3.242). Gestores de mobilidade devem, portanto, incluir os prazos de conversão nos planos dos projetos.
Além do turismo de lazer, a conectividade aprimorada já beneficia a mobilidade corporativa. Engenheiros de serviços de mineração, consultores de agrotecnologia e empreendedores de fintech — setores-chave que conectam os parceiros do BRICS — agora desfrutam de 90 dias de isenção de visto na chegada, prorrogáveis para até 180 dias por ano-calendário. Empresas que operam com rotações de projetos relatam economia de até duas semanas no tempo de antecedência em comparação com os procedimentos anteriores à isenção.
Desafios na gestão de viagens ainda persistem. A ocupação hoteleira no Rio e em São Paulo ultrapassa 85% nos meses de pico, elevando as tarifas corporativas médias em 12% ano a ano. As empresas estão reservando blocos com antecedência e impondo limites de preços dinâmicos para proteger os orçamentos.
Para estadias mais longas, consultores de imigração alertam que a conversão para o visto local VITEM V ainda exige comprovação de contrato de trabalho e salário mínimo de pelo menos o dobro do novo salário mínimo (R$ 3.242). Gestores de mobilidade devem, portanto, incluir os prazos de conversão nos planos dos projetos.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News