
Exatamente 30 dias após a implementação do fechamento total das alfândegas no Porto Livre de Comércio (FTP) de Hainan, a província insular divulgou números impressionantes de visitantes. O Corpo de Inspeção de Fronteira de Haikou processou 186 mil estrangeiros entre 18 de dezembro e 18 de janeiro — um aumento de 46% em relação ao ano anterior. Importante destacar que 87 mil deles utilizaram o regime de isenção de visto de 30 dias da província, representando um salto de 64% e correspondendo a 93% de todas as chegadas estrangeiras.
Os cinco principais mercados de origem — Rússia, Malásia, Indonésia, Coreia do Sul e Cazaquistão — coincidem com as 92 rotas internacionais que atualmente atendem Hainan, incluindo o primeiro serviço de passageiros com sétima liberdade da China, lançado em Sanya no final do ano passado. O tempo médio de liberação na imigração do aeroporto Haikou Meilan caiu para menos de dois minutos, graças ao preenchimento online do cartão de chegada, ampliação dos portões eletrônicos e opções de visto eletrônico para grupos turísticos.
O varejo duty-free também está em alta: analistas da Mintel registraram crescimento de dois dígitos nas vendas dos shoppings de luxo na área portuária de Haikou, confirmando a estratégia do FTP de combinar cotas de compras com pacotes de férias na praia. Consultores de migração empresarial relatam aumento nas consultas sobre o canal acelerado para obtenção de permissões de trabalho e o teto de 15% no imposto de renda individual, criado para atrair talentos das áreas aeroespacial e de ciências da vida.
Para os planejadores de viagens corporativas, a oportunidade é clara, mas os riscos também. A isenção de visto é geograficamente restrita — os viajantes devem permanecer em Hainan, a menos que convertam para um visto nacional na Delegacia de Segurança Pública. As companhias aéreas exigem comprovantes de reserva de hotel e passagem de saída dentro de 30 dias. As equipes de mobilidade devem incluir essas verificações documentais nos processos pré-viagem e alertar que qualquer atividade remunerada ainda requer visto Z e permissão de trabalho.
O sucesso inicial do modelo “porto fechado, porta aberta” de Hainan pode incentivar outras Zonas de Livre Comércio chinesas a adotarem estruturas semelhantes, com controle alfandegário rigoroso, mas facilitando a mobilidade, potencialmente transformando o ecossistema de entrada de estrangeiros na China.
Os cinco principais mercados de origem — Rússia, Malásia, Indonésia, Coreia do Sul e Cazaquistão — coincidem com as 92 rotas internacionais que atualmente atendem Hainan, incluindo o primeiro serviço de passageiros com sétima liberdade da China, lançado em Sanya no final do ano passado. O tempo médio de liberação na imigração do aeroporto Haikou Meilan caiu para menos de dois minutos, graças ao preenchimento online do cartão de chegada, ampliação dos portões eletrônicos e opções de visto eletrônico para grupos turísticos.
O varejo duty-free também está em alta: analistas da Mintel registraram crescimento de dois dígitos nas vendas dos shoppings de luxo na área portuária de Haikou, confirmando a estratégia do FTP de combinar cotas de compras com pacotes de férias na praia. Consultores de migração empresarial relatam aumento nas consultas sobre o canal acelerado para obtenção de permissões de trabalho e o teto de 15% no imposto de renda individual, criado para atrair talentos das áreas aeroespacial e de ciências da vida.
Para os planejadores de viagens corporativas, a oportunidade é clara, mas os riscos também. A isenção de visto é geograficamente restrita — os viajantes devem permanecer em Hainan, a menos que convertam para um visto nacional na Delegacia de Segurança Pública. As companhias aéreas exigem comprovantes de reserva de hotel e passagem de saída dentro de 30 dias. As equipes de mobilidade devem incluir essas verificações documentais nos processos pré-viagem e alertar que qualquer atividade remunerada ainda requer visto Z e permissão de trabalho.
O sucesso inicial do modelo “porto fechado, porta aberta” de Hainan pode incentivar outras Zonas de Livre Comércio chinesas a adotarem estruturas semelhantes, com controle alfandegário rigoroso, mas facilitando a mobilidade, potencialmente transformando o ecossistema de entrada de estrangeiros na China.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News