
O Camboja deu o pontapé inicial em sua mais ambiciosa campanha de recuperação do turismo desde a pandemia, anunciando um novo programa piloto de isenção de visto que inclui explicitamente viajantes com passaportes de Hong Kong e Macau, além dos chineses do continente.
Segundo o esquema, residentes de Hong Kong poderão entrar no Camboja sem visto entre 15 de junho e 15 de outubro de 2026, para estadias de até 14 dias por visita, com entradas ilimitadas durante esse período de quatro meses, desde que preencham o cartão digital de chegada (e-Arrival Card) antes da partida.
A iniciativa faz parte da estratégia de Phnom Penh para restaurar o fluxo de turistas de língua chinesa aos níveis pré-Covid e atrair eventos corporativos regionais de volta a Siem Reap e Sihanoukville. Antes de 2020, Hong Kong fornecia mais de 70 mil visitantes de lazer e um número crescente de delegados de MICE (reuniões, incentivos, conferências e exposições) anualmente.
Para as empresas de Hong Kong, a isenção elimina cerca de US$ 36 por viajante em taxas de visto e os dias necessários para aprovação online. No entanto, os gestores de mobilidade devem observar que a isenção é temporária e que as regras normais de e-Visa voltarão a valer a partir de 16 de outubro. Vistos de negócios com múltiplas entradas (classe E) continuam disponíveis para quem precisar de estadias mais longas ou autorização para trabalhar.
As companhias aéreas já estão reagindo: a subsidiária da Cathay Pacific, HK Express, planeja aumentar os voos Hong Kong–Phnom Penh para duas vezes ao dia a partir de julho, enquanto operadores de fretamento da Grande Baía relatam um aumento nas reservas de pacotes de golfe. Consultores de risco em viagens lembram que o Camboja ainda exige comprovação de cobertura médica mínima de US$ 10 mil e recomendam o registro no aplicativo “Safe Travel” do Ministério do Turismo do Camboja para atualizações emergenciais.
Advogados de imigração sugerem manter uma cópia do aviso oficial à mão, pois agentes de fronteira em aeroportos menores podem não estar familiarizados com o programa piloto nas primeiras semanas. Empresas que enviam funcionários para visitas técnicas devem incluir orientações de conformidade para evitar permanências inadvertidas.
Segundo o esquema, residentes de Hong Kong poderão entrar no Camboja sem visto entre 15 de junho e 15 de outubro de 2026, para estadias de até 14 dias por visita, com entradas ilimitadas durante esse período de quatro meses, desde que preencham o cartão digital de chegada (e-Arrival Card) antes da partida.
A iniciativa faz parte da estratégia de Phnom Penh para restaurar o fluxo de turistas de língua chinesa aos níveis pré-Covid e atrair eventos corporativos regionais de volta a Siem Reap e Sihanoukville. Antes de 2020, Hong Kong fornecia mais de 70 mil visitantes de lazer e um número crescente de delegados de MICE (reuniões, incentivos, conferências e exposições) anualmente.
Para as empresas de Hong Kong, a isenção elimina cerca de US$ 36 por viajante em taxas de visto e os dias necessários para aprovação online. No entanto, os gestores de mobilidade devem observar que a isenção é temporária e que as regras normais de e-Visa voltarão a valer a partir de 16 de outubro. Vistos de negócios com múltiplas entradas (classe E) continuam disponíveis para quem precisar de estadias mais longas ou autorização para trabalhar.
As companhias aéreas já estão reagindo: a subsidiária da Cathay Pacific, HK Express, planeja aumentar os voos Hong Kong–Phnom Penh para duas vezes ao dia a partir de julho, enquanto operadores de fretamento da Grande Baía relatam um aumento nas reservas de pacotes de golfe. Consultores de risco em viagens lembram que o Camboja ainda exige comprovação de cobertura médica mínima de US$ 10 mil e recomendam o registro no aplicativo “Safe Travel” do Ministério do Turismo do Camboja para atualizações emergenciais.
Advogados de imigração sugerem manter uma cópia do aviso oficial à mão, pois agentes de fronteira em aeroportos menores podem não estar familiarizados com o programa piloto nas primeiras semanas. Empresas que enviam funcionários para visitas técnicas devem incluir orientações de conformidade para evitar permanências inadvertidas.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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