
Viajantes brasileiros e indianos agora podem planejar uma década de viagens sem complicações após os dois governos ativarem discretamente um novo regime de visto múltiplo com validade de 10 anos em 5 de fevereiro de 2026. Embora o acordo bilateral tenha sido assinado em meados de janeiro, a mudança só entrou em vigor esta semana, quando os consulados de ambos os países atualizaram seus sistemas de emissão de vistos e publicaram as novas tabelas de taxas. Turistas e visitantes de negócios indianos ao Brasil poderão permanecer cumulativamente até 90 dias por entrada (turismo) ou 180 dias por ano (negócios), enquanto brasileiros que viajam para a Índia terão os mesmos direitos.
A validade estendida representa uma grande melhoria em relação ao limite anterior de cinco anos, vigente desde 2018, e, segundo a Embratur, reduzirá os custos médios de reaplicação para viajantes frequentes em pelo menos 40%. Empresas indianas com contratos de engenharia nos setores de infraestrutura e energia do Brasil afirmam que irão imediatamente reorganizar as rotações de funcionários para aproveitar a mudança, reduzindo o tempo administrativo de três semanas para menos de cinco dias úteis.
Para o Brasil, a medida está alinhada com sua estratégia mais ampla de diversificar os fluxos de investimento estrangeiro direto além do tradicional corredor EUA-UE. A Índia já é o décimo maior investidor estrangeiro no Brasil, especialmente nos setores de serviços de TI, bioenergia e farmacêutica. Especialistas em mobilidade destacam que o novo horizonte de vistos fortalecerá esses laços e apoiará intercâmbios de talentos em nível de pós-graduação entre os ecossistemas tecnológicos de São Paulo, Campinas e Bengaluru.
As implicações práticas para as equipes de mobilidade global incluem atualizar as matrizes de políticas de viagem para refletir a validade estendida do visto, verificar se os passaportes dos funcionários têm pelo menos 12 meses de validade residual antes da solicitação, e orientar os viajantes sobre os limites de permanência de 90/180 dias por viagem ou por ano, respectivamente. As empresas também devem atualizar seus painéis internos de imigração, já que os consulados brasileiros em Nova Délhi e Mumbai migraram para um processo de aplicação totalmente digital, que exige o envio de documentos de apoio em PDF de alta resolução.
Analistas esperam que outros parceiros dos BRICS — especialmente África do Sul e Rússia — acompanhem de perto a adoção do novo regime enquanto negociam seus próprios acordos de facilitação de mobilidade com o Brasil antes da COP-30 em Belém.
A validade estendida representa uma grande melhoria em relação ao limite anterior de cinco anos, vigente desde 2018, e, segundo a Embratur, reduzirá os custos médios de reaplicação para viajantes frequentes em pelo menos 40%. Empresas indianas com contratos de engenharia nos setores de infraestrutura e energia do Brasil afirmam que irão imediatamente reorganizar as rotações de funcionários para aproveitar a mudança, reduzindo o tempo administrativo de três semanas para menos de cinco dias úteis.
Para o Brasil, a medida está alinhada com sua estratégia mais ampla de diversificar os fluxos de investimento estrangeiro direto além do tradicional corredor EUA-UE. A Índia já é o décimo maior investidor estrangeiro no Brasil, especialmente nos setores de serviços de TI, bioenergia e farmacêutica. Especialistas em mobilidade destacam que o novo horizonte de vistos fortalecerá esses laços e apoiará intercâmbios de talentos em nível de pós-graduação entre os ecossistemas tecnológicos de São Paulo, Campinas e Bengaluru.
As implicações práticas para as equipes de mobilidade global incluem atualizar as matrizes de políticas de viagem para refletir a validade estendida do visto, verificar se os passaportes dos funcionários têm pelo menos 12 meses de validade residual antes da solicitação, e orientar os viajantes sobre os limites de permanência de 90/180 dias por viagem ou por ano, respectivamente. As empresas também devem atualizar seus painéis internos de imigração, já que os consulados brasileiros em Nova Délhi e Mumbai migraram para um processo de aplicação totalmente digital, que exige o envio de documentos de apoio em PDF de alta resolução.
Analistas esperam que outros parceiros dos BRICS — especialmente África do Sul e Rússia — acompanhem de perto a adoção do novo regime enquanto negociam seus próprios acordos de facilitação de mobilidade com o Brasil antes da COP-30 em Belém.
Fonte: Crown World Mobility