
O apetite da China por produtos festivos está impulsionando um aumento acentuado no trânsito de frutas frescas pela Passagem da Amizade e outros pontos de controle entre China e ASEAN. Em um mercado atacadista em Pingxiang, Guangxi, comerciantes relataram que duriões e pomelos tailandeses esgotam em poucas horas, enquanto autoridades alfandegárias informam que as equipes de inspeção trabalham 24 horas para liberar caminhões refrigerados antes que a carga perecível estrague. (xinhuanet.com)
Segundo a Alfândega de Nanning, as remessas de frutas do Sudeste Asiático aumentaram em dois dígitos desde meados de janeiro. A alfândega criou “corredores verdes” com documentação simplificada, escaneamento fitossanitário no local e selos eletrônicos que permitem que contêineres lacrados sigam diretamente para centros de cadeia fria no interior.
Para os provedores de logística, essa aceleração reduz o tempo de espera e melhora a produtividade dos caminhões no período mais congestionado do ano. Importadores também se beneficiam de um sistema de pré-liberação recém-introduzido, que permite aos despachantes enviar manifestos digitais 24 horas antes da chegada dos caminhões, reduzindo em média seis horas o tempo de processamento na fronteira.
Varejistas multinacionais e empresas de catering — muitos dos quais dependem de durião, longan e mangostão premium para cestas de presentes corporativos — são aconselhados a reservar vagas na cadeia fria com antecedência e considerar possíveis fechamentos de rodovias devido ao clima, apesar das eficiências alfandegárias.
Esse aumento evidencia a contínua liberalização dos corredores de comércio agrícola sob o Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífico (RCEP) e serve como indicativo de como as agências fronteiriças chinesas podem lidar com outras importações sensíveis ao tempo, desde reagentes biotecnológicos até medicamentos controlados por temperatura.
Segundo a Alfândega de Nanning, as remessas de frutas do Sudeste Asiático aumentaram em dois dígitos desde meados de janeiro. A alfândega criou “corredores verdes” com documentação simplificada, escaneamento fitossanitário no local e selos eletrônicos que permitem que contêineres lacrados sigam diretamente para centros de cadeia fria no interior.
Para os provedores de logística, essa aceleração reduz o tempo de espera e melhora a produtividade dos caminhões no período mais congestionado do ano. Importadores também se beneficiam de um sistema de pré-liberação recém-introduzido, que permite aos despachantes enviar manifestos digitais 24 horas antes da chegada dos caminhões, reduzindo em média seis horas o tempo de processamento na fronteira.
Varejistas multinacionais e empresas de catering — muitos dos quais dependem de durião, longan e mangostão premium para cestas de presentes corporativos — são aconselhados a reservar vagas na cadeia fria com antecedência e considerar possíveis fechamentos de rodovias devido ao clima, apesar das eficiências alfandegárias.
Esse aumento evidencia a contínua liberalização dos corredores de comércio agrícola sob o Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífico (RCEP) e serve como indicativo de como as agências fronteiriças chinesas podem lidar com outras importações sensíveis ao tempo, desde reagentes biotecnológicos até medicamentos controlados por temperatura.
Fonte: Xinhua News Agency