
Na cidade fronteiriça de Mohan, entre China e Laos, oficiais de imigração demonstraram em 5 de fevereiro como os novos ‘canais expressos’, equipados com reconhecimento facial e quiosques de passaporte eletrônico, conseguem processar cada viajante em cerca de um minuto — sete segundos por portão automatizado, mais verificações complementares. (edehong.com)
A instalação de Mohan, que atende à Ferrovia China-Laos, tornou-se um exemplo da iniciativa de fronteira digital do sudoeste da China. As autoridades esperam que o número de passageiros ferroviários transfronteiriços dobre durante o período de 40 dias do Chunyun, impulsionado pelo retorno de chineses no exterior vindos do Laos, Tailândia e Malásia, além de mochileiros atraídos pelo clima ameno de Yunnan.
Para lidar com o aumento, a estação reconfigurou seu salão para que os guichês manuais possam ser convertidos em bancos de portões eletrônicos em menos de dois minutos, enquanto ‘robô-guia’ multilíngues circula na fila para ajudar os usuários de primeira viagem. A Administração Nacional de Imigração está coletando dados de desempenho para decidir se o sistema será replicado em Hekou (fronteira com o Vietnã) e Ruili (fronteira com Mianmar).
Para gestores de viagens cujos colaboradores transitam entre a China e o Sudeste Asiático continental, a opção ferroviária mais rápida oferece uma alternativa viável aos voos regionais limitados, especialmente durante as temporadas de pico, quando as tarifas aéreas disparam. O modelo de fronteira inteligente também está alinhado com a meta de Pequim de criar uma experiência de imigração totalmente digital até 2028.
A instalação de Mohan, que atende à Ferrovia China-Laos, tornou-se um exemplo da iniciativa de fronteira digital do sudoeste da China. As autoridades esperam que o número de passageiros ferroviários transfronteiriços dobre durante o período de 40 dias do Chunyun, impulsionado pelo retorno de chineses no exterior vindos do Laos, Tailândia e Malásia, além de mochileiros atraídos pelo clima ameno de Yunnan.
Para lidar com o aumento, a estação reconfigurou seu salão para que os guichês manuais possam ser convertidos em bancos de portões eletrônicos em menos de dois minutos, enquanto ‘robô-guia’ multilíngues circula na fila para ajudar os usuários de primeira viagem. A Administração Nacional de Imigração está coletando dados de desempenho para decidir se o sistema será replicado em Hekou (fronteira com o Vietnã) e Ruili (fronteira com Mianmar).
Para gestores de viagens cujos colaboradores transitam entre a China e o Sudeste Asiático continental, a opção ferroviária mais rápida oferece uma alternativa viável aos voos regionais limitados, especialmente durante as temporadas de pico, quando as tarifas aéreas disparam. O modelo de fronteira inteligente também está alinhado com a meta de Pequim de criar uma experiência de imigração totalmente digital até 2028.
Fonte: Urban Times (Kunming)
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