
Negociadores brasileiros e indianos publicaram portarias correspondentes em seus respectivos diários oficiais na manhã de 17 de fevereiro de 2026, estendendo a validade dos vistos de visitante (VIVIS) e de negócios (VITEM II) de cinco para dez anos. Com as novas regras, cidadãos brasileiros e indianos podem solicitar uma única vez e reutilizar o mesmo visto de múltiplas entradas por uma década inteira, desde que cada estadia não ultrapasse 90 dias para turismo ou 180 dias para negócios.
A mudança é o resultado de dois anos de negociações bilaterais, iniciadas quando a Índia aumentou unilateralmente a validade dos vistos para brasileiros em 2025. A reciprocidade adotada por Brasília não só elimina um entrave na relação bilateral, como também apoia a meta do presidente Lula da Silva de dobrar o comércio bilateral para US$ 30 bilhões até 2030. Executivos que viajam entre São Paulo e o polo tecnológico de Bengaluru relataram às câmaras de comércio locais que as renovações de visto custavam até R$ 4.000 por viajante a cada 18 meses em honorários advocatícios e despesas com courier; esses custos agora desaparecem.
Do ponto de vista do cumprimento das normas, nada muda em relação às atividades permitidas: trabalho remunerado no país anfitrião continua proibido, e os viajantes devem respeitar os limites de permanência e os requisitos de registro específicos de cada país. No entanto, a validade prolongada reduz significativamente o tempo de preparação para início de projetos, visitas a clientes e suporte pós-venda — uma vantagem cada vez mais importante à medida que empresas indianas investem nos leilões de energia renovável no Brasil e fornecedores brasileiros de agrotecnologia abrem escritórios em Pune e Hyderabad.
Os gestores de viagens devem atualizar as políticas internas de mobilidade para refletir a nova validade de dez anos e informar os colaboradores indianos e brasileiros que os vistos atuais com validade de cinco anos permanecem válidos até o vencimento; as substituições serão concedidas sob o novo regime de dez anos na próxima solicitação. Empresas com visão de futuro já estão alinhando seus sistemas globais de seguro viagem, monitoramento de viajantes frequentes e armazenamento de documentos ao novo ciclo mais longo, para que as renovações não sejam esquecidas daqui a uma década.
A mudança é o resultado de dois anos de negociações bilaterais, iniciadas quando a Índia aumentou unilateralmente a validade dos vistos para brasileiros em 2025. A reciprocidade adotada por Brasília não só elimina um entrave na relação bilateral, como também apoia a meta do presidente Lula da Silva de dobrar o comércio bilateral para US$ 30 bilhões até 2030. Executivos que viajam entre São Paulo e o polo tecnológico de Bengaluru relataram às câmaras de comércio locais que as renovações de visto custavam até R$ 4.000 por viajante a cada 18 meses em honorários advocatícios e despesas com courier; esses custos agora desaparecem.
Do ponto de vista do cumprimento das normas, nada muda em relação às atividades permitidas: trabalho remunerado no país anfitrião continua proibido, e os viajantes devem respeitar os limites de permanência e os requisitos de registro específicos de cada país. No entanto, a validade prolongada reduz significativamente o tempo de preparação para início de projetos, visitas a clientes e suporte pós-venda — uma vantagem cada vez mais importante à medida que empresas indianas investem nos leilões de energia renovável no Brasil e fornecedores brasileiros de agrotecnologia abrem escritórios em Pune e Hyderabad.
Os gestores de viagens devem atualizar as políticas internas de mobilidade para refletir a nova validade de dez anos e informar os colaboradores indianos e brasileiros que os vistos atuais com validade de cinco anos permanecem válidos até o vencimento; as substituições serão concedidas sob o novo regime de dez anos na próxima solicitação. Empresas com visão de futuro já estão alinhando seus sistemas globais de seguro viagem, monitoramento de viajantes frequentes e armazenamento de documentos ao novo ciclo mais longo, para que as renovações não sejam esquecidas daqui a uma década.
Fonte: TravelTrade Today