
Viajantes brasileiros acordaram em 17 de fevereiro de 2026 com manchetes anunciando que portadores de passaporte brasileiro agora podem entrar em 168 países e territórios sem a necessidade de visto prévio. A nova contagem — compilada pelo Ministério das Relações Exteriores e confirmada pelo banco de dados Timatic das companhias aéreas — inclui França, Reino Unido, Suíça e Coreia do Sul, após recentes isenções bilaterais que entraram em vigor esta semana.
Embora o Henley Passport Index só divulgue seu próximo ranking em março, operadoras de turismo já estão promovendo o novo nível de acesso do Brasil, equiparado ao de potências europeias tradicionais. GOL e Azul registraram um aumento de 23% nas buscas por passagens para Paris e Seul em comparação ao mesmo período do ano passado, e agências de viagens online estão oferecendo pacotes “Europa sem visto” programados para as férias escolares de inverno.
Para gestores de mobilidade corporativa, o mapa ampliado de isenções facilita deslocamentos de última hora para equipes de vendas e especialistas técnicos, que agora podem passar pela imigração apenas com passaporte biométrico e comprovante de hospedagem. Ainda assim, as empresas devem alertar seus funcionários de que autorizações de trabalho podem ser exigidas e que alguns países cobram taxas na chegada ou requerem autorizações eletrônicas, mesmo estando na lista de “isenção de visto”.
Diplomatas em Brasília atribuem essa expansão a uma estratégia iniciada em 2024, que vincula concessões para abertura de mercado — como acordos de serviços aéreos e tratados de bitributação — à facilitação da mobilidade. Com o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, respondendo por mais da metade da capacidade internacional de assentos do Brasil, a operadora GRU Airport acelerou a instalação de e-gates para processar o volume esperado. O governo estima que cada milhão adicional de viagens internacionais gera R$ 3 bilhões para o ecossistema de turismo brasileiro, por meio de comissões, compras em moeda estrangeira e comércio nos aeroportos.
Embora o Henley Passport Index só divulgue seu próximo ranking em março, operadoras de turismo já estão promovendo o novo nível de acesso do Brasil, equiparado ao de potências europeias tradicionais. GOL e Azul registraram um aumento de 23% nas buscas por passagens para Paris e Seul em comparação ao mesmo período do ano passado, e agências de viagens online estão oferecendo pacotes “Europa sem visto” programados para as férias escolares de inverno.
Para gestores de mobilidade corporativa, o mapa ampliado de isenções facilita deslocamentos de última hora para equipes de vendas e especialistas técnicos, que agora podem passar pela imigração apenas com passaporte biométrico e comprovante de hospedagem. Ainda assim, as empresas devem alertar seus funcionários de que autorizações de trabalho podem ser exigidas e que alguns países cobram taxas na chegada ou requerem autorizações eletrônicas, mesmo estando na lista de “isenção de visto”.
Diplomatas em Brasília atribuem essa expansão a uma estratégia iniciada em 2024, que vincula concessões para abertura de mercado — como acordos de serviços aéreos e tratados de bitributação — à facilitação da mobilidade. Com o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, respondendo por mais da metade da capacidade internacional de assentos do Brasil, a operadora GRU Airport acelerou a instalação de e-gates para processar o volume esperado. O governo estima que cada milhão adicional de viagens internacionais gera R$ 3 bilhões para o ecossistema de turismo brasileiro, por meio de comissões, compras em moeda estrangeira e comércio nos aeroportos.
Fonte: Travel and Tour World