
Em meio ao congelamento temporário imposto pelo governo dos Estados Unidos, em 21 de janeiro, a todas as categorias de vistos de imigrante para 75 nacionalidades — incluindo o Brasil — muitos viajantes corporativos ficaram preocupados com a possibilidade de a medida atingir também os vistos B1/B2 (turismo e negócios). No entanto, as representações consulares dos EUA no Brasil confirmaram nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, que as autorizações de curta duração continuam sendo processadas normalmente.
De acordo com dados compilados pelo jornal Bem Paraná, a demanda por entrevistas permanece alta nos cinco postos consulares (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre) e não há indicação de suspensão ou atrasos sistêmicos para quem pretende viajar a trabalho, participar de feiras, prospectar clientes ou fazer turismo. Os consulados ressaltam que o objetivo da moratória dos vistos de residência permanente é impedir que peticionários que possam se tornar “ônus público” nos Estados Unidos obtenham o visto — critério que não se aplica a visitantes temporários, que injetam bilhões de dólares na economia americana a cada ano. (bemparana.com.br)
Para executivos brasileiros, a recomendação prática é iniciar o processo de solicitação ou renovação com pelo menos quatro meses de antecedência, especialmente porque 2026 será marcado pela Copa do Mundo da FIFA nas Américas do Norte; o evento deve pressionar as agendas consulares a partir de abril. Especialistas também aconselham flexibilidade na escolha do local da entrevista, já que datas extras costumam ser liberadas primeiro em consulados fora do eixo Rio–São Paulo.
Do ponto de vista do compliance corporativo, nada muda: o visto B1 continua adequado para reuniões, negociações e treinamentos de curta duração, enquanto o B2 cobre períodos turísticos antes ou depois dos compromissos profissionais. Os empregadores, porém, precisam reforçar junto aos viajantes que qualquer atividade remunerada ou prática direta em solo americano exige categorias específicas (L-1, H-1B, O-1 etc.).
Na prática, o congelamento seletivo reforça a distinção entre mobilidade temporária e imigração permanente na política dos EUA. Para empresas brasileiras que deslocam funcionários com frequência, o sinal é positivo: o principal canal de entrada — responsável por mais de um milhão de vistos emitidos em 2025 — segue aberto, reduzindo riscos para projetos nos EUA no curto prazo.
De acordo com dados compilados pelo jornal Bem Paraná, a demanda por entrevistas permanece alta nos cinco postos consulares (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre) e não há indicação de suspensão ou atrasos sistêmicos para quem pretende viajar a trabalho, participar de feiras, prospectar clientes ou fazer turismo. Os consulados ressaltam que o objetivo da moratória dos vistos de residência permanente é impedir que peticionários que possam se tornar “ônus público” nos Estados Unidos obtenham o visto — critério que não se aplica a visitantes temporários, que injetam bilhões de dólares na economia americana a cada ano. (bemparana.com.br)
Para executivos brasileiros, a recomendação prática é iniciar o processo de solicitação ou renovação com pelo menos quatro meses de antecedência, especialmente porque 2026 será marcado pela Copa do Mundo da FIFA nas Américas do Norte; o evento deve pressionar as agendas consulares a partir de abril. Especialistas também aconselham flexibilidade na escolha do local da entrevista, já que datas extras costumam ser liberadas primeiro em consulados fora do eixo Rio–São Paulo.
Do ponto de vista do compliance corporativo, nada muda: o visto B1 continua adequado para reuniões, negociações e treinamentos de curta duração, enquanto o B2 cobre períodos turísticos antes ou depois dos compromissos profissionais. Os empregadores, porém, precisam reforçar junto aos viajantes que qualquer atividade remunerada ou prática direta em solo americano exige categorias específicas (L-1, H-1B, O-1 etc.).
Na prática, o congelamento seletivo reforça a distinção entre mobilidade temporária e imigração permanente na política dos EUA. Para empresas brasileiras que deslocam funcionários com frequência, o sinal é positivo: o principal canal de entrada — responsável por mais de um milhão de vistos emitidos em 2025 — segue aberto, reduzindo riscos para projetos nos EUA no curto prazo.
Fonte: Bem Paraná