
O mercado irlandês de MICE (reuniões, incentivos, conferências e exposições) de longa distância recebeu um impulso esta semana após o Brasil isentar cidadãos irlandeses da exigência de visto para estadias curtas, conforme a Portaria Interministerial 18/2026. A mudança, parte da estratégia turística “Portas Abertas 2026” de Brasília, permite que portadores de passaporte irlandês permaneçam até 90 dias por ano no Brasil para turismo, feiras comerciais e reuniões de negócios não remuneradas, sem a necessidade de visto eletrônico ou carimbo consular prévio.
Antes, profissionais irlandeses enfrentavam taxas de cerca de US$ 120 e um prazo de processamento de duas semanas — um entrave para propostas de última hora em projetos no setor fintech de São Paulo ou conferências de energia no Rio. A eliminação dessa barreira, segundo analistas de turismo, pode aumentar o número de visitantes irlandeses em 25% nos próximos dois anos, partindo da base pré-pandemia de 15 mil chegadas.
A isenção é unilateral: o Brasil não solicitou tratamento recíproco da Irlanda. Ainda assim, companhias aéreas como TAP e Air France-KLM, que concentram a maior parte do tráfego irlandês via Lisboa e Paris, já avaliam ampliar a capacidade. Fontes da LATAM indicam que a empresa está de olho em assentos adicionais em codeshare a partir de Londres para aproveitar a demanda excedente.
Gestores de viagens corporativas devem lembrar que a isenção de visto cobre reuniões, mas não atividades remuneradas. Quem for realizar trabalho pago ainda precisa do visto temporário V adequado. Os viajantes também devem apresentar comprovante de viagem de retorno e recursos financeiros suficientes na fronteira, além de controlar o total de dias acumulados para não ultrapassar o limite anual de 90 dias.
Antes, profissionais irlandeses enfrentavam taxas de cerca de US$ 120 e um prazo de processamento de duas semanas — um entrave para propostas de última hora em projetos no setor fintech de São Paulo ou conferências de energia no Rio. A eliminação dessa barreira, segundo analistas de turismo, pode aumentar o número de visitantes irlandeses em 25% nos próximos dois anos, partindo da base pré-pandemia de 15 mil chegadas.
A isenção é unilateral: o Brasil não solicitou tratamento recíproco da Irlanda. Ainda assim, companhias aéreas como TAP e Air France-KLM, que concentram a maior parte do tráfego irlandês via Lisboa e Paris, já avaliam ampliar a capacidade. Fontes da LATAM indicam que a empresa está de olho em assentos adicionais em codeshare a partir de Londres para aproveitar a demanda excedente.
Gestores de viagens corporativas devem lembrar que a isenção de visto cobre reuniões, mas não atividades remuneradas. Quem for realizar trabalho pago ainda precisa do visto temporário V adequado. Os viajantes também devem apresentar comprovante de viagem de retorno e recursos financeiros suficientes na fronteira, além de controlar o total de dias acumulados para não ultrapassar o limite anual de 90 dias.
Fonte: VisaVerge Immigration News
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