
O Serviço Público Federal (SPF) de Relações Exteriores da Bélgica atualizou, em 2 de março de 2026, seu portal de avisos para viajantes, alertando os cidadãos belgas sobre possíveis interrupções prolongadas nos voos pelo Oriente Médio, após vários países fecharem seu espaço aéreo. O comunicado, intitulado "Fechamento do espaço aéreo no Oriente Médio", recomenda que os belgas já na região se registrem ou atualizem seus dados na plataforma Travellers Online, para que os diplomatas possam contatá-los caso seja necessária uma evacuação.
O SPF destaca as implicações práticas que vão além da simples disponibilidade de voos: viajantes com vistos prestes a expirar são orientados a "entrar em contato imediatamente com os serviços de imigração competentes" para evitar penalidades por permanência irregular, caso não consigam sair a tempo. Quem tiver necessidades urgentes de viagem deve remarcar seus voos por rotas não afetadas — geralmente via Istambul, Atenas ou centros europeus próximos à zona de risco — e verificar se o seguro de viagem cobre custos adicionais.
O alerta reflete a coordenação com parceiros da União Europeia, após avaliações de risco da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendarem que as companhias aéreas evitem partes do espaço aéreo iraniano, iraquiano e sírio. Operadoras turísticas belgas informam que pacotes para Dubai e Jordânia estão suspensos por pelo menos uma semana, enquanto ONGs humanitárias com equipes em Beirute transferem reuniões para Chipre.
Autoridades consulares reforçam a importância da comunicação com familiares: "Informe seus entes queridos sobre sua localização e o prazo previsto para seu retorno", diz o comunicado. As embaixadas em Abu Dhabi, Doha e Tel Aviv ativaram linhas telefônicas de emergência e estão em contato com parceiros do espaço Schengen para possíveis voos de repatriação em grupo, caso o fechamento persista.
Embora o aviso não recomende uma saída em massa, ressalta a interseção entre restrições fronteiriças, validade de vistos e segurança pessoal — questões clássicas para viajantes particulares e profissionais internacionais.
O SPF destaca as implicações práticas que vão além da simples disponibilidade de voos: viajantes com vistos prestes a expirar são orientados a "entrar em contato imediatamente com os serviços de imigração competentes" para evitar penalidades por permanência irregular, caso não consigam sair a tempo. Quem tiver necessidades urgentes de viagem deve remarcar seus voos por rotas não afetadas — geralmente via Istambul, Atenas ou centros europeus próximos à zona de risco — e verificar se o seguro de viagem cobre custos adicionais.
O alerta reflete a coordenação com parceiros da União Europeia, após avaliações de risco da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendarem que as companhias aéreas evitem partes do espaço aéreo iraniano, iraquiano e sírio. Operadoras turísticas belgas informam que pacotes para Dubai e Jordânia estão suspensos por pelo menos uma semana, enquanto ONGs humanitárias com equipes em Beirute transferem reuniões para Chipre.
Autoridades consulares reforçam a importância da comunicação com familiares: "Informe seus entes queridos sobre sua localização e o prazo previsto para seu retorno", diz o comunicado. As embaixadas em Abu Dhabi, Doha e Tel Aviv ativaram linhas telefônicas de emergência e estão em contato com parceiros do espaço Schengen para possíveis voos de repatriação em grupo, caso o fechamento persista.
Embora o aviso não recomende uma saída em massa, ressalta a interseção entre restrições fronteiriças, validade de vistos e segurança pessoal — questões clássicas para viajantes particulares e profissionais internacionais.