
O renovado Programa de Entrada por Investimento de Capital (CIES) de Hong Kong está atraindo migrantes de alto patrimônio líquido. Em uma atualização política apresentada aos legisladores em 2 de março de 2026, o Secretário de Serviços Financeiros e Tesouro, Christopher Hui, confirmou que 3.166 pedidos foram registrados desde a retomada do programa em março de 2024, representando investimentos projetados de cerca de HK$ 95 bilhões (US$ 12,1 bilhões).
Pelo CIES, os candidatos que investirem pelo menos HK$ 25 milhões em ativos aprovados — incluindo fundos autorizados pela SFC, ações listadas em Hong Kong e imóveis não residenciais — recebem um visto de vários anos que pode levar à residência permanente. O Diretor de Imigração, Benson Kwok, informou à imprensa que seu departamento criou uma unidade de processamento dedicada em parceria com o Invest HK para reduzir o tempo de resposta para até oito semanas, contra seis meses na versão anterior do programa (2003-2015).
Cerca de 38% do capital verificado foi direcionado a fundos regulados, enquanto 29% foi investido em ações. O governo espera que a política transforme Hong Kong no centro asiático de family offices, objetivo reforçado por novas concessões fiscais e planos para admitir 220 family offices exclusivos até 2028. Para empregadores, o programa oferece uma via alternativa para executivos seniores que preferem uma residência baseada em investimento, em vez de um contrato de trabalho vinculado a uma única empresa.
Consultores de mobilidade destacam que o limite de HK$ 25 milhões é significativamente inferior aos A$ 5 milhões exigidos pelo programa SIV da Austrália, atualmente inativo, e também abaixo dos S$ 10 milhões do modelo de family office de Singapura, tornando Hong Kong competitivo na região.
Ponto de ação: empresas que buscam executivos de alto escalão da China continental devem considerar incluir o CIES como parte do pacote de remuneração, já que o investimento pode ser feito em fundos aprovados, em vez de imóveis ilíquidos.
Pelo CIES, os candidatos que investirem pelo menos HK$ 25 milhões em ativos aprovados — incluindo fundos autorizados pela SFC, ações listadas em Hong Kong e imóveis não residenciais — recebem um visto de vários anos que pode levar à residência permanente. O Diretor de Imigração, Benson Kwok, informou à imprensa que seu departamento criou uma unidade de processamento dedicada em parceria com o Invest HK para reduzir o tempo de resposta para até oito semanas, contra seis meses na versão anterior do programa (2003-2015).
Cerca de 38% do capital verificado foi direcionado a fundos regulados, enquanto 29% foi investido em ações. O governo espera que a política transforme Hong Kong no centro asiático de family offices, objetivo reforçado por novas concessões fiscais e planos para admitir 220 family offices exclusivos até 2028. Para empregadores, o programa oferece uma via alternativa para executivos seniores que preferem uma residência baseada em investimento, em vez de um contrato de trabalho vinculado a uma única empresa.
Consultores de mobilidade destacam que o limite de HK$ 25 milhões é significativamente inferior aos A$ 5 milhões exigidos pelo programa SIV da Austrália, atualmente inativo, e também abaixo dos S$ 10 milhões do modelo de family office de Singapura, tornando Hong Kong competitivo na região.
Ponto de ação: empresas que buscam executivos de alto escalão da China continental devem considerar incluir o CIES como parte do pacote de remuneração, já que o investimento pode ser feito em fundos aprovados, em vez de imóveis ilíquidos.
Fonte: China Daily Hong Kong
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